Dr. Luciano Teixeira – Dr. Luciano Teixeira https://drlucianoteixeira.com.br Urologista para Mulheres em São Paulo Wed, 15 Mar 2023 15:40:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://drlucianoteixeira.com.br/wp-content/uploads/2017/08/cropped-logotipo-dr-luciano-teixeira-e-silva-urologista-32x32.png Dr. Luciano Teixeira – Dr. Luciano Teixeira https://drlucianoteixeira.com.br 32 32 Infecção urinária feminina: sintomas que alertam para o problema https://drlucianoteixeira.com.br/infeccao-urinaria-feminina-sintomas/ https://drlucianoteixeira.com.br/infeccao-urinaria-feminina-sintomas/#respond Tue, 06 Jun 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17640 Você sabe como tratar a infecção urinária feminina e os sintomas que alertam para o problema?

Pois bem, a infecção urinária é uma condição comum e frequente entre as mulheres, uma vez que a uretra é mais próxima ao ânus. A patologia  é causada por bactérias que normalmente habitam no trato intestinal. Pode afetar o público feminino de qualquer idade.

Continue lendo o texto para entender o que é, quais são os sintomas de infecção urinária feminina e como tratar a doença. Confira!

Infecção urinária feminina: sintomas que atingem a maioria das mulheres

Para as mulheres que estão em busca de entender quais são os sintomas de infecção urinária feminina, listamos logo abaixo os mais universais que acometem a maioria dos casos. São eles:

  • Necessidade urgente de urinar com frequência;
  • Escassa eliminação de urina em cada micção;
  • Ardência ou dor ao urinar;
  • Dor na bexiga, nas costas e no baixo ventre;
  • Febre; 
  • Sangue na urina ou com cheiro forte nos casos mais graves;
  • Aumento da frequência de micções;
  • Incontinência urinária;
  • Mal-estar associado, como náuseas.  

Infecção urinária feminina: causas mais comuns 

A causa mais comum da infecção urinária é a colonização de micro-organismos que em qualquer parte do trato urinário. Dependendo da estrutura afetada, a condição terá nomes diferentes, como uretrite (uretra), cistite (bexiga) ou pielonefrite (rins). 

No entanto, apesar de vários micro-organismos serem capazes de causar o problema, normalmente, a mais comum e responsável é a bactéria Escherichia coli, presente no intestino e que têm uma função importante para a digestão, porém patogênica para o aparelho urinário. 

Existem alguns fatores de risco que contribuem para o surgimento da doença, como:

  • Segurar a urina por longos períodos;
  • Beber pouca água;
  • Não higienizar a área íntima de forma adequada;
  • Não trocar o absorvente com frequência e ao longo do dia; 
  • Utilizar roupas íntimas muito justas e que retenham calor;
  • Abusar de substâncias que irritam o sistema urinário, como café, tabaco e álcool;
  • Imunidade baixa;
  • Doenças crônicas, como a diabetes. 

Como diagnosticar os sintomas da infecção urinária feminina?

Ao apresentar sintomas de infecção urinária feminina, é de suma importância procurar ajuda médica. O profissional será responsável por fazer o diagnóstico por meio de exames e orientar os melhores tratamentos para cada caso. Os testes mais recomendados para essas pacientes com suspeita de infecção são:

  • Levantamento da história clínica da paciente e de seus sintomas;
  • Exame de urina tipo I;
  • Urocultura com antibiograma, que tem como função identificar o agente infeccioso.
Infeccções urinárias recorrentes

Infecção urinária sintomas feminina: como tratar essa condição?

O tratamento de infecção urinária em mulheres tem como objetivo combater os micro-organismos que estão ocasionando a doença, com isso, trazendo mais conforto para os pacientes durante esse processo. 

Ao ter o diagnóstico preciso que indique o micro-organismo causador da doença, o médico deve recomendar o antibiótico mais adequado para o seu caso. É fundamental que esse medicamento seja tomado de forma correta para evitar demais infecções recorrentes e mais fortes.

Entretanto, além do remédio, o profissional também pode indicar outras medicações para sanar as dores, como febre, náusea ou outros sintomas fortes, mas é extremamente importante que a paciente mude alguns hábitos para amenizar o desconforto e evitar a infecção como:

  • Não segure a urina por muito tempo;
  • Consuma bastante água;
  • Urine depois de ter relações sexuais;
  • Diminua o consumo de bebida alcoólica, café e tabaco.

Tratamento para os sintomas de infecção urinária feminina em São Paulo 

Ao perceber algum desconforto em relação a infecção urinária e seus sintomas, procure com urgência um médico especialista para avaliar o seu caso e iniciar o tratamento adequado o quanto antes. 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza tratamentos de infecção urinária e de prolapso vaginal por meio de um atendimento humanizado, com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Incontinência urinária tem cura: saiba como se livrar desse problema https://drlucianoteixeira.com.br/incontinencia-urinaria/ https://drlucianoteixeira.com.br/incontinencia-urinaria/#comments Mon, 13 Mar 2023 15:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=16724 A incontinência urinária é um problema que afeta cerca de 400 milhões de pessoas ao redor do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. É um distúrbio que atinge homens e mulheres, porém, é mais comum no sexo feminino. 

Os sintomas da incontinência urinária podem abalar a autoestima, causar desconforto e até mesmo comprometer a qualidade de vida. Neste post, leia mais sobre incontinência urinária, tipos, causas e formas de tratamento. Confira! 

O que é incontinência urinária?

A incontinência urinária é caracterizada por qualquer perda involuntária de urina pela uretra, independentemente da quantidade. Essa condição também é caracterizada quando há pequenos escapes diários, e não apenas pela perda grande e incontrolável de urina.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a incontinência urinária atinge cerca de 10 milhões de brasileiros de todas as idades. O distúrbio costuma afetar de três a quatro vezes mais as mulheres do que os homens. No Brasil, atinge 45% das mulheres e 10% a 15% dos homens. 

O fato de as mulheres apresentarem mais casos de incontinência urinária deve-se, além da uretra, a duas falhas naturais no assoalho pélvico: o hiato vaginal e o hiato retal.

Com isso, as estruturas musculares que dão sustentação aos órgãos pélvicos, que produzem a contração da uretra para evitar a perda urinária, e o músculo que forma um pequeno anel em volta da uretra são mais frágeis no público feminino.  

No geral, a incidência de incontinência urinária em idosos é bastante alta. Estima-se que aos 70 anos, o problema pode ser de 4 a 5 vezes maior do que nas faixas de 20 a 40 anos.

A incontinência urinária tende a aumentar com o avançar da idade, ainda assim, não deve ser considerado normal ter perdas urinárias, nem que sejam em pequenas quantidades. 

A incontinência urinária exige cuidados médicos porque traz comprometimentos na sua vida social, sexual, psicológica e física.

O que é a incontinência urinária feminina?

A incontinência urinária faz mais vítimas entre as mulheres. Em dados apresentados no início de 2020 pela Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência urinária feminina ocorre em 45% das mulheres após os 40 anos e a menopausa.

A idade também é um fator de risco para o surgimento do problema de incontinência urinária no público feminino em seus variados graus, porém, 40% das mulheres grávidas, mesmo em idades mais jovens, podem ser afetadas pela questão.

A maior prevalência de incontinência em mulheres, quando comparadas aos homens, se deve principalmente por uma questão anatômica. 

A uretra feminina mede cerca de 4 cm e o esfíncter (músculo responsável pela continência) mede aproximadamente de 2,5 cm. Entretanto, nos homens, a uretra mede cerca de 15-17cm e, além do esfíncter urinário, ainda contam com a próstata, que também tem um tecido muscular que auxilia no aumento da resistência à perda urinária.

Leia mais:

Dor na bexiga

O que causa incontinência urinária feminina?

Diferentes doenças e situações podem ocasionar uma incontinência urinária nas mulheres:  

Citamos aqui, alguns fatores de risco para incontinência urinária: • Genética; • Problemas neurológicos: AVC, trauma raquimedular; • Número de gestações; • Menopausa • Bexiga hiperativa; • Doenças que comprimem a bexiga; • Fraqueza da musculatura pélvica; • Cirurgias ginecológicas; • Tumores malignos ou benignos; • Tabagismo (causa de tosse crônica); • Obesidade; • Doença pulmonar obstrutiva (causa: tosse crônica); • Efeitos colaterais de alguns medicamentos; • Constipação intestinal, • Atuação como ginasta ou halterofilista, etc.

O que é incontinência urinária masculina?

A definição de incontinência masculina é a mesma para ambos os sexos, como foi citado acima. Porém, neste tópico vamos lembrar que nos homens, o aparelho urinário baixo liga a bexiga com a próstata e a uretra. Por isso, os indivíduos do sexo masculino apresentam uma uretra mais longa e com uma estrutura próstatica bem definida, o que certifica maior proteção contra a perda involuntária de urina.

Nos homens, o tipo mais comum é a incontinência de urgência, caracterizada pela vontade urgente de urinar, sem dar tempo de chegar ao banheiro, na maioria dos casos. 

Causas de incontinência urinária nos homens

A perda urinária involuntária em homens ocorre, principalmente, em duas situações: 

  • A primeira devido à cirurgia para retirada da próstata (prostatectomia radical), que é um procedimento para tratamento do câncer de próstata. Isso faz com que os homens percam um dos mecanismos de continência e os tornam suscetíveis às perdas;
  • A segunda causa ocorre devido à bexiga hiperativa, problema que fica cada vez mais comum com o avançar da idade e que normalmente está associado a um aumento do volume prostático (hiperplasia da próstata).

Tipos de incontinência urinária

A incontinência urinária pode ser dividida em 2 tipos: incontinência de esforço e incontinência de urgência.

Incontinência urinária de esforço: ocorre devido a uma incompetência do esfíncter (músculo responsável pela continência) de resistir ao aumento da pressão abdominal / vesical, ou seja, o indivíduo pode ter perda de urina ao espirrar, tossir, rir, levantar peso, subir escadas, fazer exercícios físicos, mudar de posição ou fazer qualquer movimento que ponha a bexiga sob pressão. 

A incontinência de urgência: acontece devido à bexiga hiperativa, que é a perda da capacidade da bexiga, de armazenar urina em baixas pressões, levando a contrações involuntárias do órgão, ocasionando perdas urinárias.

Muitas pessoas podem ter dois tipos de incontinência ao mesmo tempo, que é conhecida como incontinência mista, seu sintoma mais importante é a impossibilidade de controlar a perda de urina pela uretra. 

Também há outras denominações de incontinência. São elas:

Incontinência por transbordamento

É caracterizada quando a bexiga fica tão cheia que pode literalmente transbordar. Pode ser causada por fraqueza do músculo da bexiga ou por alguma obstrução da saída da urina.

Neste tipo de incontinência, os sintomas podem ser a sensação de que a bexiga não está vazia, jato urinário fraco, necessidade de fazer esforço para urinar, necessidade urgente de urinar diversas vezes durante a noite e até o vazamento de urina durante o período do sono (enurese noturna).

Incontinência por fístula urinária

Fístula é um termo utilizado para descrever uma comunicação anômala entre um órgão e outro. Normalmente, ocorre devido a algum trauma cirúrgico. As fístulas urinárias mais comuns ocorrem entre a vagina e a bexiga.

É um tipo de incontinência muito severa e contínua, que pode ocorrer como resultado de um procedimento cirúrgico, processos inflamatórios ou traumatismos.

Enurese noturna

É o tipo de incontinência que ocorre durante o sono, mais comum em crianças, quando não conseguem controlar a urina ainda, mas também pode se manifestar em adultos.

Incontinência funcional 

Ocorre quando uma pessoa reconhece a necessidade de urinar, mas está impossibilitada de ir ao banheiro devido a alguma doença ou complicação que a impede de chegar ao banheiro no tempo certo e por conta própria. 

Infeccções urinárias recorrentes

Como diagnosticar a incontinência?

Para entender melhor a incontinência urinária,  sintomas e tipos, o médico deve fazer uma anamnese detalhada, para avaliar histórico médico do paciente,  os tipos de medicação que está tomando e até hábitos de micção.

O urologista também pode realizar o pedido de alguns exames, como:

  • Exame de urina;
  • Ultrassom;
  • Cistoscopia;
  • Exame urodinâmico;
  • Teste de esforço;
  • Medida do resíduo miccional.

Como tratar incontinência urinária?

O tratamento para incontinência urinária existe e precisa ser procurado pelo paciente porque, além de promover a baixa da autoestima, traz outros agravamentos e sequelas.

Entre os problemas secundários que pode causar, por exemplo, está a maceração da pele em função do contato constante com a urina, conhecido como dermatite associada à incontinência por uso constante de absorventes. Normalmente, isso pode ocorrer em pacientes mais idosas.

Além disso, a pessoa com incontinência fica psicologicamente abalada porque o problema impõe restrições ao convívio e até limitação de certas atividades físicas.

O tratamento será realizado de acordo com o tipo que o paciente manifesta, pode ser um remédio para incontinência urinária, fisioterapia, cirurgia e até mesmo a indicação de uma terapia comportamental (para mudança de hábitos e estilo de vida).

Fisioterapia e terapia comportamental

Fisioterapia e terapia comportamental estão na primeira linha de tratamento para incontinência urinária, independente da causa.

Na fisioterapia, os exercícios para incontinência urinária servem para fortalecimento do assoalho pélvico, como os de Kegel. 

Esse exercício para incontinência urinária consiste em contrair os músculos  por um tempo e depois relaxá-los por repetidas vezes. Essas sessões devem ser realizadas ao menos três vezes ao dia visando reforçar os músculos do assoalho pélvico.

Também na parte fisioterapêutica, pode ser utilizada a estimulação elétrica, que deve ser prescrita pelo médico.

Medicamentos

A medicação para incontinência urinária é indicada para o caso de incontinência de urgência. Os principais medicamentos utilizados são anticolinérgicos e beta-adrenérgicos.

O remédio para incontinência urinária visa melhorar as perdas urinárias por urgência, assim como diminuir os episódios de urgência miccional e aumentar o intervalo entre as micções.

Incontinência urinária: tratamento cirúrgico

Tratamento cirúrgico é indicado quando os tratamentos mais conservadores foram ineficazes.

Cirurgia para mulheres

O tratamento cirúrgico indicado vai depender da causa da perda urinária:

  • Incontinência de esforço: sling é um método minimamente invasivo que consiste em introduzir uma fita sintética ou biológica abaixo da uretra, via intravaginal. A finalidade deste recurso é reduzir a perda urinária devido ao aumento da resistência uretral;
  • Incontinência de urgência: botox, neuromodulação sacral ou ampliação vesical.

Cirurgia para homens

O tipo de procedimento cirúrgico também vai depender da causa da perda. Em caso de perda urinária por esforço, normalmente, em pacientes em pós operatório de prostatectomia radical, os tratamentos mais indicados são sling ou esfíncter artificial.

Outro tratamento cirúrgico consiste no implante cirúrgico de dispositivo para incontinência urinária, que é um tipo de eletrodo que funciona como marcapasso neural, denominado interstim. Pode ser utilizado para homens e mulheres.

Essa técnica visa melhorar a incontinência urinária e também os distúrbios funcionais da defecação. 

O marcapasso neural vai realizar a eletroestimulação das vias sacrais para proporcionar uma melhora significativa desses problemas do sistema urinário e intestinal a médio e longo prazo.

Outras dicas para ajudar no tratamento

Os pacientes podem tomar algumas medidas que vão ajudar nos tratamentos, qualquer que seja a indicação médica. Veja algumas dicas:

Dicas para ajudar no tratamento Os pacientes podem tomar algumas medidas que vão ajudar nos tratamentos, qualquer que seja a indicação médica. Veja algumas dicas: • Cuide da alimentação: consuma alimentos com fibras para evitar a constipação intestinal e a pressão abdominal; evite alimentos picantes e bebidas com gás, além de evitar cafeína e bebidas alcoólicas; • Não corra para o banheiro ao sentir vontade de urinar, antes, tente contrair os músculos do assoalho pélvico, para promover um fortalecimento; • Faça esses exercícios de contração do assoalho pélvico antes de atividades físicas; • Treine a bexiga programando horários para urinar; • Faça exercícios físicos para evitar o sedentarismo e obesidade; • Evite o tabagismo.

Incontinência urinária: fatores de risco

Entre os fatores de risco para incontinência urinária estão:

  • Idade: a probabilidade de ter incontinência aumenta com a idade; 
  • Sexo: como foi citado, a incontinência urinária é, pelo menos, duas vezes mais comum em mulheres do que em homens; 
  • Raça: mulheres brancas são mais propensas a ter incontinência urinária de esforço em comparação com mulheres afro-americanas e asiáticas; 
  • Obesidade: o sobrepeso aumenta a pressão sobre a bexiga e nos músculos ao redor, o que os enfraquece e desencadeia em uma incontinência; 
  • Outras doenças: doenças neurológicas ou diabetes podem aumentar o risco de incontinência. 

A incontinência urinária tem cura?

Sim, a incontinência urinária feminina tem cura, assim como a masculina. Para curar essa condição, é importante adotar mudanças no estilo de vida, como perder peso, parar de fumar, diminuir o consumo de bebidas alcoólicas, beber menos cafeína, prevenir a constipação e evitar levantar objetos pesados. 

No entanto, a cura só acontece com um tratamento adequado, e vale dizer que cada corpo reage de um jeito. Dessa forma, não existe uma fórmula mágica para cura.

Conclusão

Os pacientes devem entender que esse é um tema sério que não deve ser visto como um fato corriqueiro ou um problema normal da idade. Uma vez que tende se agravar com o passar do tempo e pode influenciar negativamente a qualidade de vida.

A incontinência exige observação e cuidados multiprofissionais, assim, a qualidade de vida do paciente será muito melhorada e ele poderá seguir com seus compromissos sociais ou profissionais sem qualquer constrangimento.

Quem trata incontinência urinária em São Paulo?

Ao perceber algum desconforto em relação a incontinência urinária, procure com urgência um médico especialista para avaliar o seu caso e iniciar o tratamento adequado o quanto antes. 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza tratamentos de cistite, prolapso vaginal e cirurgias para problemas urinários. O seu atendimento é sempre humanizado, com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas! 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Tratamento Hiperplasia Prostática Benigna (HPB): Laser para todos https://drlucianoteixeira.com.br/tratamento-hiperplasia-prostatica-benigna-hpb-laser-para-todos/ https://drlucianoteixeira.com.br/tratamento-hiperplasia-prostatica-benigna-hpb-laser-para-todos/#respond Tue, 12 Mar 2019 20:46:48 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=16643 BPH Treatment: Laser for everyone

Dr. Luciano Teixeira e Silva – Departamento de Urologia, Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Escola Paulista de Medicina, São Paulo, SP, Brasil

Dr. Fernando G. Almeida – Departamento de Disfunções Urinárias, Urologia Feminina e Urodinâmica, Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Escola Paulista de Medicina, São Paulo, SP, Brasil

Benign prostate enlargement (BPE) is a highly prevalent pathology (1). The main consequence of BPE is Bladder Outlet Obstruction (BOO). Patients with BOO may be bothered by voiding lower urinary tract symptoms (LUTS). Those men with BOO and significant LUTS which did not respond to clinical approaches may be candidate to surgical procedures. In patients with prostate volume inferior to 80-100 grams, monopolar transurethral resection of prostate (TURP) has been considered the gold standard for decades. The American Urological Association (AUA) considered TURP as standard treatment for BPH (2) and The European Urological Association considered TURP “the treatment of choice” for prostates sized 30 to 80 cm3 (3).

In the past years, a wide range of innovative transurethral procedures have challenged the supremacy of this standard surgical option (4). These alternative transurethral procedures embrace all laser therapies, encompassing the various types of lasers and modalities of prostatic tissue ablation (enucleation, vaporization, and resection) and bipolar devices permitting bipolar TURP (5-7). Many of the “innovative” techniques at their time, such as trans-rectal high intensity focused ultrasound, visual laser ablation and transurethral needle ablation, claimed good results and did not survive to test of the time (8, 9).

TURP has been shown to be cost-effective, efficient, durable and with well-defined long-term complications and re-treatment rates (10). A large prospective multicenter study, including 10,654 men, who underwent TURP described a mortality rate of 0.10% and the cumulative short-term morbidity rate of 11.1% (11). Complications of TURP include failure to void (4.5% to 5.8%), surgical revision (1.1% to 5.6%), urinary tract infection (3.6% to 4.2%), bleeding which requires transfusions (2.0% to 2.9%) and TUR syndrome (0.8% to 1.4%) (11, 12). By using bipolar TURP, TUR syndrome has been overpassed. The bipolar TURP is performed with saline solution, which has improved safety, allow longer resection time and can reduce TUR syndrome, catheter time and length of hospital stay (13). Furthermore, in skilled hands bipolar TURP can be performed in prostate glands bigger than 80-100 grams.

Many endoscopic technologies have been proposed to replace TURP as the new standard reference. There has been a rise in the use of minimally invasive surgical therapy (14). Emerging laser treatments that deserve consideration in this debate are Holmium laser enucleation of the prostate (HoLEP) and photoselective laser vaporization of the prostate (PVP).

There are some trials comparing HoLEP and TURP (15-18). With mean follow–up range of 1 to 3 years, HoLEP demonstrated similar functional results to TURP when considering International Prostate Symptom Score [IPSS], quality of life score [QOL], and maximum flow rate [Qmax]. However, HoLEP operation time was significantly longer in all trials with almost twice the time of TURP in one trial (15). On the other hand, HoLEP can be used as an alternative to open prostatectomy in large prostates (19). It has been demonstrated that HoLEP presented similar functional results, reduced catheterization time, hospital stay, and less blood loss than open prostatectomy for large prostates treatment in two years follow-up (20). Catheter duration, hospital-stay and blood loss were in favour of HoLEP in two meta-analysis (12, 21). Urgency symptoms were more pronounced after HoLEP compared to TURP in one meta-analysis (5.6 vs. 2.2%) (12). Bladder injury during morcellation and postponed morcellation due to equipment failure are reported complications with HoLEP.

The learning curve with HoLEP is a great challenge. Shah et al. described the learning curve of approximately 50 cases (22). Cost is another important issue, particularly in developing countries. The increase in costs are related to the requirement of specific 100W laser, fibers and morcellator need for HoLEP.

Photoselective laser vaporization of the prostate (PVP) uses 532-nm lasers (80-W potassium-titanyl-phosphate [KTP], GreenLight, AMS, Minnetonka, MN) or 120-W lithium borate (LBO) and GreenLight XPS 180W (GL-XPS) (23). It was initially proposed as an alternative to TURP in anticoagulated patients. As opposed to HoLEP, the learning curve of PVP is shorter (24). One inherent limitation of PVP is the absence of tissue diagnosis.

Horasanli et al. showed that immediate outcomes were significantly better in PVP than TURP with reduced time of postoperative catheterization (3.9±1.2 days and 1.7±0.8 days, P<0.05) and shorter length of stay (4.8±1.2 days versus 2±0.7 days, P<0.05). On the other hand, functional improvement (IPSS, Qmax and post-void residual) was significantly worst in PVP, even with shorter follow-up. Operating room times were also significantly longer for PVP (87 vs. 51 minutes) (25). A meta-analysis showed increased dysuria comparing PVP, M-TURP and B-TURP (8.5% vs. 0.8% vs. 0%) and increased postoperative urinary tract infections comparing PVP, M-TURP and B-TURP (12% vs. 4.1 vs. 2.6%) (12). We observe that dysuria may be a significant problem in some patients submitted to green laser surgery. Such problem is minimized in trials, but it is a very common bothering complain and sometimes may last for over three months.

In a randomized controlled trial comparing PVP and open prostatectomy in large glands (average 93 vs. 96mL), surgical room times were significantly longer for PVP (80 vs. 50 minutes) with similar Qmax and IPSS scores, but inferior QOL score in those patients submitted to PVP at the 18-month follow-up (26). Similarly to HoLEP, cost is an issue for PVP/GreenLight laser. Lasers devices are very expensive and fibers are disposable. There are no other usages for this equipment. A trial published on Indian Journal of Urology in 2009, consider that lasers are unreasonable for treatment of BPH, particularly in developing countries, due to costs, unproven long-term durability, steep learning curve and lack of advantages over TURP (27).

We agree with Ahyai et al. (12) that the individual patient’s clinical profile should be carefully assessed to identify the most appropriate transurethral technique to manage BOO. Lasers are not appropriate to all patients. There is not single approach for everyone, but a specific patient for each approach. None of the above mentioned therapies are adequate to everyone. We believe that urologists managing symptomatic BPE should be familiar with all above described techniques to be able to judge the best option for each patient. Thus, the surgical approach should be planned based on patient’s performance status, use of anticoagulants, prostate volume, personal expectations and surgeon experience.

REFERENCES

1. Gratzke C, Bachmann A, Descazeaud A, Drake MJ, Madersbacher S, Mamoulakis C, et al. EAU Guidelines on the Assessment of Non-neurogenic Male Lower Urinary Tract Symptoms including Benign Prostatic Obstruction. Eur Urol. 2015;67:1099-109.

2. Roehrborn CG, McConnell JD, Barry MJ, et al. AUA Guideline on the management of benign prostatic hyperplasia. 2010. available at. www.auanet.org/documents/education/clinical-guidance/Benign-Prostatic-Hyperplasia.pdf

3. de la Rosette JJ, Alivizatos G, Madersbacher S, Perachino M, Thomas D, Desgrandchamps F, et al. EAU Guidelines on benign prostatic hyperplasia (BPH). Eur Urol. 2001;40:256-63; discussion 264.

4. Madersbacher S, Marberger M. Is transurethral resection of the prostate still justified? BJU Int. 1999;83:227-37.

5. Malek RS, Kuntzman RS, Barrett DM. Photoselective potassium-titanyl-phosphate laser vaporization of the benign obstructive prostate: observations on long-term outcomes. J Urol. 2005;174(4 Pt 1):1344-8.

6. Peterson MD, Matlaga BR, Kim SC, Kuo RL, Soergel TM, Watkins SL, et al. Holmium laser enucleation of the prostate for men with urinary retention. J Urol. 2005;174:998-1001.

7. Barber NJ, Muir GH. High-power KTP laser prostatectomy: the new challenge to transurethral resection of the prostate. Curr Opin Urol. 2004;14:21-5.

8. Schatzl G, Madersbacher S, Lang T, Marberger M. The early postoperative morbidity of transurethral resection of the prostate and of 4 minimally invasive treatment alternatives. J Urol. 1997;158:105-10.

9. Schatzl G, Madersbacher S, Djavan B, Lang T, Marberger M. Two-year results of transurethral resection of the prostate versus four ‘less invasive’ treatment options. Eur Urol. 2000;37:695-701.

10. Mebust WK, Holtgrewe HL, Cockett AT, Peters PC. Transurethral prostatectomy: immediate and postoperative complications. A cooperative study of 13 participating institutions evaluating 3,885 patients. J Urol. 1989;141:243-7.

11. Reich O, Gratzke C, Bachmann A, Seitz M, Schlenker B, Hermanek P, et al. Morbidity, mortality and early outcome of transurethral resection of the prostate: a prospective multicenter evaluation of 10,654 patients. J Urol. 2008;180:246-9.

12. Ahyai SA, Gilling P, Kaplan SA, Kuntz RM, Madersbacher S, Montorsi F, et al. Meta-analysis of functional outcomes and complications following transurethral procedures for lower urinary tract symptoms resulting from benign prostatic enlargement. Eur Urol. 2010;58:384-97.

13. Mamoulakis C, Ubbink DT, de la Rosette JJ. Bipolar versus monopolar transurethral resection of the prostate: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Eur Urol. 2009;56:798-809.

14. Yu X, Elliott SP, Wilt TJ, McBean AM. Practice patterns in benign prostatic hyperplasia surgical therapy: the dramatic increase in minimally invasive technologies. J Urol. 2008;180:241-5.

15. Wilson LC, Gilling PJ, Williams A, Kennett KM, Frampton CM, Westenberg AM, et al. A randomised trial comparing holmium laser enucleation versus transurethral resection in the treatment of prostates larger than 40 grams: results at 2 years. Eur Urol. 2006;50:569-73.

16. Kuntz RM, Ahyai S, Lehrich K, Fayad A. Transurethral holmium laser enucleation of the prostate versus transurethral electrocautery resection of the prostate: a randomized prospective trial in 200 patients. J Urol. 2004;172:1012-6.

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É possível evitar o câncer de próstata com uma alimentação saudável? https://drlucianoteixeira.com.br/e-possivel-evitar-o-cancer-de-prostata-com-uma-alimentacao-saudavel/ https://drlucianoteixeira.com.br/e-possivel-evitar-o-cancer-de-prostata-com-uma-alimentacao-saudavel/#respond Tue, 11 Jul 2017 00:53:03 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=16403 O Câncer de Próstata é o segundo tipo de câncer mais incidente entre os homens. Por isso, sua prevenção deve ser uma preocupação primordial. Além da prevenção, outra medida importante é garantir o diagnóstico precoce uma vez que, quanto mais inicial for o estágio do tumor, menos agressivo ele é, e maiores são as chances de cura. Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de próstata é a idade. Quanto mais avançada, maiores são as chances. Não por menos, em homens acima de 50 anos, o câncer de próstata é o tipo mais frequente. Homens acima de 45 anos, portanto, devem ir ao urologista ao menos uma vez por ano para fazer os exames preventivos.

Além da idade, existem outros fatores que podem aumentam a possibilidade de um câncer de próstata, como histórico familiar da doença, infecções recorrentes na próstata, tabagismo, álcool, estilo de vida sedentário e, é claro, uma má alimentação. Para se prevenir contra o câncer de próstata, o homem deve realizar exames periódicos de checagem e ter um estilo de vida saudável.

A alimentação pode evitar o câncer de próstata?

O câncer de próstata é uma doença de causas multifatoriais, muitas delas não podem ser controladas diretamente, apenas inspecionadas, como é o caso das propensões genéticas.

Alguns estudos realizados por pesquisadores da área não encontraram relação direta entre a alimentação e a prevenção do câncer de próstata, inclusive em alimentos dos quais se esperava certa proteção contra a doença, como o licopeno do tomate, o selênio e a vitamina E das verduras e da castanha-do-pará*. Portanto, não se pode afirmar que a alimentação possa evitar o câncer de próstata.

Por outro lado, é comprovado que a obesidade, sedentarismo e o consumo de determinadas substâncias, como o tabaco e o álcool, aumentam a probabilidade de se desenvolver um tumor na próstata. Logo, hábitos saudáveis de vida e alimentação podem ajudar a prevenir a doença, especialmente em pessoas em grupos de risco.

Como a alimentação pode ajudar a prevenir o câncer de próstata?

Como dito acima, a alimentação saudável ajuda a prevenir várias doenças, mesmo que nenhum estudo consiga fazer esta associação direta com o câncer de próstata. Deve-se evitar o uso do tabaco, a ingestão de álcool, gorduras saturadas em excesso e investir no consumo de frutas e legumes, ricos em minerais e antioxidantes que combatem a proliferação de células defeituosas. Outro fator importante para a prevenção da doença é a prática de exercícios físicos regulares, especialmente para homens com idade superior a 40 anos.

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O que posso fazer para evitar a Infecção Urinária Recorrente? https://drlucianoteixeira.com.br/o-que-posso-fazer-para-evitar-a-infeccao-urinaria-recorrente/ https://drlucianoteixeira.com.br/o-que-posso-fazer-para-evitar-a-infeccao-urinaria-recorrente/#respond Mon, 03 Jul 2017 00:42:44 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=16400 A infecção urinária é uma doença proveniente do aparecimento anormal de microorganismos no trato urinário, sendo um dos mais frequentes problemas especialmente em mulheres, que correspondem a 80% da incidência da doença.

O mais evidente sintoma da infecção urinária são as intensas dores na região da bexiga e pélvis, que se assemelham a cólicas, atrapalhando completamente a qualidade de vida das pessoas. Os principais sintomas dessa doença são:

  • Disúria (ardor na uretra durante a micção);
  • Noctúria (mais de uma micção noturna);
  • Aumento da frequência urinária (mais de sete vezes por dia);
  • Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga;
  • Dor supra púbica;
  • Sangue na urina;
  • Alteração do aspecto físico da urina (coloração escura, aparência turva e odor forte).

Em casos mais severos, podem-se apresentar dores lombares e, como toda infecção grave, estados febris. As principais causas para a infecção urinária são maus hábitos de higiene e relações sexuais. Sua incidência em mulheres é maior por que nelas a uretra é mais curta e mais próxima ao ânus, tornando-a mais susceptível a infecções.

Outros grandes fatores que provocam a infecção urinária são a alimentação, com baixa ingestão de líquidos (que diluem a composição da urina), hábito de ficar muitas horas com a bexiga cheia sem urinar e mau funcionamento do intestino. Se não for tratada, ela pode acometer outros órgãos do trato urinário, espalhar-se pelo organismo e se tornar uma infecção generalizada.

Como combater a infecção urinária?

Algumas pessoas possuem maior propensão a sofrer infecção urinária e esses episódios podem acontecer repetidamente, diminuindo cada vez a resistência dos órgãos do trato urinário. Para essas pessoas, os cuidados de prevenção e tratamento são ainda mais importantes. Confira abaixo algumas dicas simples e fundamentais para evitar a infecção urinária recorrente:

  • Alimentação: Aumentar a ingestão de água para no mínimo um litro e meio por dia e aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibra para combater a constipação intestinal. Durante episódios de infecção, é importante evitar beber determinadas bebidas gasosas ou ácidas, como café e refrigerante.
  • Higiene: A higiene íntima deve ser sempre realizada no sentido da frente para trás, para evitar a contaminação com bactérias do ânus;
  • Relações sexuais: é importante fazer a higienização da área íntima antes e após da relação sexual. Urinar após o ato sexual auxilia a expulsar bactérias que possam ter penetrado a uretra e bexiga;
  • Micção: evitar manter a bexiga cheia por muitas horas;
  • Ciclo Menstrual: dê preferência a absorventes externos, evitando os internos, e nunca mantenha o mesmo absorvente por muitas horas;
  • Roupas: evite usar calças muito apertadas ou calcinhas que impeçam a ventilação local.


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Urologista é médico só de homens? Mulheres também sofrem de câncer urológico https://drlucianoteixeira.com.br/urologista-e-medico-so-de-homens-mulheres-tambem-sofrem-de-cancer-urologico/ Wed, 28 Jun 2017 21:43:46 +0000 http://drfernandoleao.com.br/?p=3025 Homens e mulheres são, de maneira geral, atendidos pelos mesmos médicos, porém, quando o assunto é saúde reprodutiva cada um tem seu especialista: os Ginecologistas para as mulheres e os Urologistas para os homens. Contudo, quando a mulher apresenta alguma alteração no trato urinário é o Urologista que ela deve procurar, pois além do sistema reprodutor masculino é ele o profissional da área médica que cuida dos rins, ureteres, bexiga, uretra e adrenal tanto de homens quanto de mulheres e crianças.

A hematúria: sangue na urina

Uma das situações que fazem homens e mulheres procurarem um Urologista é a hematúria, o surgimento do sangue na urina. Esse é um dos sintomas que indica alteração no trato urinário e as causas precisam ser investigadas. A hematúria pode não representar o desenvolvimento de uma doença, porém os tumores de bexiga e rins costumam ser diagnosticados através deste sintoma.

Quando a mulher tem uma anormalidade detectada em seus exames de urina ou de imagem que indiquem algum tipo de tumor no trato urinário, ela deve ser encaminhada a um médico Urologista que a avaliará e irá solicitar mais exames detalhados em busca das causas dos sintomas. Como normalmente as mulheres são atendidas pelo seu ginecologista com o passar dos anos, é importante levar para o Urologista o máximo de informação possível a respeito de sua saúde geral, com isso eleo médico terá mais recursos para auxiliar no diagnóstico preciso e no tipo de tratamento adequado para a paciente.

Tumores de bexiga e de rim

Em geral, homens apresentam mais chances de desenvolver câncer urológico porque fumam mais do que as mulheres, estão mais expostos aos produtos químicos em função do trabalho e, de maneira geral, cuidam menos da saúde do que elas no que tange a exames de rotina e acompanhamento médico, o que pode auxiliar na prevenção e detecção precoce de tumores.

Cálculos renais

Outra doença que leva as mulheres ao Urologista são os cálculos renais. Vários fatores de risco contribuem para a formação de cálculos renais, que incluem a história familiar, sendo 2,5 vezes maior em indivíduos com antecedentes de casos na família; a idade; a raça; elevação de ácido úrico; obesidade, a presença de diabetes mellitus; síndrome metabólica e hábitos alimentares inadequados. O cálculo renal acontece com frequência, cerca de 8% das mulheres e 15% dos homens vão apresentar cálculo renal em algum momento da vida.

Prevenção

A principal forma de prevenir o surgimento dos cálculos renais é o cuidado com a alimentação que não deve conter muito sal. Quem já tem predisposição para a doença deve evitar alimentos embutidos e industrializados e beber bastante água.

Os tumores também podem ser prevenidos com hábitos de vida saudável, exercícios físicos regulares e, para quem fumar, largar o cigarro. Cuidar da saúde evita o surgimento de doenças e garante um envelhecimento com qualidade de vida.

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Câncer de próstata: o que é? https://drlucianoteixeira.com.br/cancer-de-prostata-o-que-e/ Wed, 21 Jun 2017 12:55:55 +0000 http://drfernandoleao.com.br/?p=3048 A próstata é uma glândula existente apenas no organismo masculino. Trata-se de um órgão muito pequeno, que fica na parte inferior do abdômen, logo abaixo da bexiga, à frente do reto. A próstata envolve parte da uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis, por onde a urina é expelida para fora do corpo. Na próstata também é produzida uma parte do sêmen, o líquido que contém os espermatozóides. O câncer de próstata é o tumor mais comum nos homens com idade acima de 50 anos.

Os fatores de risco são:

  • Idade avançada (acima de 50 anos);
  • Histórico da doença na família;
  • Fatores hormonais e ambientais;
  • Hábitos alimentares (consumo alto gorduras, pobre em frutas, verduras e vegetais);
  • Sedentarismo;
  • Sobrepeso.

No Brasil, cerca de 52 mil homens são diagnosticados anualmente com câncer da próstata. No mundo, é um dos tipos mais comuns de câncer, e sua taxa de incidência é seis vezes maior em países desenvolvidos, quando em relação a países em desenvolvimento. A doença se fortalece quando o organismo perde o controle sobre as células da glândula prostática, que se multiplicam e crescem.

Quais são os sintomas?

Como o processo de desenvolvimento deste tipo de câncer é lento, o homem não nota a evolução do mal, que não apresenta sintomas diretamente relacionados. Entretanto, há também casos em que o processo é rápido e o câncer se desenvolve em um curto espaço de tempo, exigindo tratamento imediato para que não haja metástase – ou seja, para evitar ou retardar que o mal se espalhe por outros órgãos do corpo. Quando os tumores alcançam um estágio mais avançado, surgem sintomas mais evidentes:

  • Dificuldade para urinar;
  • Sensação de que a bexiga não esvazia por completo;
  • Hematúria (sangue na urina);
  • Dor óssea, especialmente na região lombar (já quando se verifica a presença de metástases, e o grau da doença atinge maior gravidade).

Qual o diagnóstico?

O câncer de próstata pode ser suspeitado de duas formas:

  • Exame físico (toque retal);
  • Exame laboratorial (dosagem do PSA).

Quando pelo toque se verifica aumento da glândula, ou o valor do PSA se altera, procede-se uma biópsia para analisar se há a presença de tumor. Em caso afirmativo, ele pode ser maligno ou benigno. Sendo maligno, o paciente deverá realizar outros exames de laboratório para que se verifique o tamanho exato, o estágio da doença e a presença ou não de metástases.

Qual o tratamento?

Conforme o tamanho e a classificação do tumor, bem como dependendo da idade do paciente, o tratamento poderá consistir em:

  • Prostatectomia radical (que é a remoção da próstata via cirurgia);
  • Radioterapia;
  • Hormonoterapia;
  • Uso de medicamentos específicos.

Em pacientes de idade avançada com tumores de evolução lenta há a possibilidade de acompanhamento clínico sem procedimentos invasivos.

Quais são os cuidados necessários?

  • Em geral, homens fora dos quesitos de risco devem se submeter a exames preventivos a partir dos 50 anos;
  • Afrodescendentes e homens que possuam casos de câncer de próstata na família antes dos 65 anos têm um risco maior de desenvolver a doença. Assim, devem submeter-se a exames a partir dos 45 anos de idade;
  • Homens com familiares portadores de câncer de próstata diagnosticado antes dos 65 anos têm um risco considerável de desenvolverem a doença. Sendo assim, devem submeter-se a exames e acompanhamento médico já aos 40 anos;
  • Caso o resultado do exame PSA normal, de acordo com a avaliação do Urologista, deve ser repetido regularmente;
  • Alimentação balanceada e prática regular de exercícios físicos são fatores decisivos no combate ao câncer de próstata.

É interessante reparar que resultados de exames PSA e toque retal podem ser falsos positivos, ou seja, podem estar alterados sem que haja a presença do câncer. Por isso, é imprescindível o acompanhamento médico regular, aprofundando a avaliação de um possível quadro de câncer de próstata.

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Conheça os tipos de câncer mais comuns em homens https://drlucianoteixeira.com.br/conheca-os-tipos-de-cancer-mais-comuns-em-homens/ Wed, 14 Jun 2017 22:38:27 +0000 http://drfernandoleao.com.br/?p=3019 São três os tipos de câncer mais comuns em homens: próstata, pênis e testículo. O de próstata é o mais incidente e prevalente, sendo a segunda principal causa de morte masculina por neoplasias. O de pênis é um dos tipos mais evitáveis e o de testículo é um dos mais raros, mas não menos importante. Saiba quais são os fatores de risco, como identificá-los e, principalmente, como evitá-los.

Os três tipos de câncer mais comuns em homens

Câncer de próstata

Dos tipos de câncer mais comuns em homens, o de próstata é a neoplasia mais prevalente. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que mais de 60 mil novos casos da doença surjam a cada ano no Brasil. Os principais fatores de risco para este tipo de tumor são: etnia, histórico familiar e idade.

Homens negros são mais propensos a desenvolver um câncer na próstata. Possuir um familiar (tio, pai, avô ou irmão) diagnosticado com a doença também aumenta a chance para o surgimento do câncer de próstata. A idade também é outro fator de risco muito conhecido. A idade média dos homens diagnosticados com esse tipo de tumor é 66 anos.

A prevenção da doença depende do próprio homem tomar ciência da importância de possuir um estilo de vida saudável e realizar os exames recomendados no período indicado. Estar acima do peso, fumar, consumir muita carne, alimentos ricos em gorduras e que não contenham betacaroteno (como damasco, cenoura, abóbora, beterraba, mamão, manga) é prejudicial à saúde e favorece o aparecimento do câncer de próstata.

A partir dos 45 anos, todo homem tem de realizar ao menos uma avaliação anual com o urologista e outros dois exames: de toque retal e o que mede o nível de antígeno prostático específico (conhecido por PSA) no organismo. Quando há alguma suspeita, o urologista complementa a investigação com a realização de uma biópsia prostática para obter o diagnóstico definitivo.

Câncer de pênis

Diagnosticado em apenas 2% dos homens com tumores malignos, segundo informa a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o câncer de pênis aparece com maior frequência naqueles que vivem em áreas de condições sanitárias precárias e que não cuidam da própria higiene. Alguns casos são registrados em homens infectados pelo papilomavírus humano (HPV), cuja transmissão ocorre pela relação sexual e também é responsável por causar câncer no colo do útero.

Além da falta de higiene, a desnutrição, a idade superior a 60 anos, a fimose, o esmegma (secreção que surge abaixo do prepúcio) em excesso, o tabagismo e as relações sexuais sem o uso de preservativo são fatores que facilitam o desencadeamento do câncer de pênis.

Não há melhor maneira de evitá-lo do que fazendo a correta higiene do órgão. A limpeza diária deve ser feita com água e sabão. Após a relação sexual ou a masturbação, o homem também deve preocupar-se em higienizar o pênis corretamente, principalmente se o ato for feito sem proteção. Depois de lavá-lo, o órgão deve ser bem seco. Meninos que aprendem desde cedo a conservar o pênis limpo e operam a fimose ainda na infância correm menos risco de ter câncer de pênis no futuro.

Câncer de testículo

O câncer de testículo também possui baixa incidência (5%), mas, mesmo assim, é preocupante porque surge com maior frequência em homens com idade entre 20 e 34 anos, ou seja, naqueles em idade de vida sexual ativa. A boa notícia é que a doença tem bom prognóstico. Pode ser curada em mais de 90% do casos.

Os mais propensos a ter câncer de testículo são os homens com criptorquidia (nome dado à condição caracterizada pela localização dos testículos fora da bolsa escrotal) e os inférteis. No segundo caso, é provável que a existência de um tumor no órgão seja a causa da baixa produção de espermatozoides. Mas o diagnóstico exato do problema só pode ser feito quando o homem percebe alguma alteração em seus testículos. Através do autoexame é possível identificá-las.

O homem que constata uma massa diferente ao tocar os testículos precisa consultar-se com um urologista para descobrir do que se trata. Confirmado o diagnóstico, é possível planejar o tratamento para que seja possível preservar a fertilidade, especialmente nos que ainda não se tornaram pais e o desejam ser um dia.

O tratamento geralmente envolve a remoção do testículo por via inguinal (região da virilha). Eventualmente, depois da análise da biópsia do material retirado, pode ser necessário algum tratamento complementar com quimioterapia, radioterapia ou até mesmo remoção de focos da doença em outros locais quando a mesma conseguiu se multiplicar fora dos testículos (metástases). Felizmente, estas últimas condições não são comuns e tem bom prognóstico.

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