Todos – Dr. Luciano Teixeira https://drlucianoteixeira.com.br Urologista para Mulheres em São Paulo Tue, 21 Mar 2023 17:00:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://drlucianoteixeira.com.br/wp-content/uploads/2017/08/cropped-logotipo-dr-luciano-teixeira-e-silva-urologista-32x32.png Todos – Dr. Luciano Teixeira https://drlucianoteixeira.com.br 32 32 Nefrectomia: entenda quando esse procedimento é necessário https://drlucianoteixeira.com.br/nefrectomia/ https://drlucianoteixeira.com.br/nefrectomia/#respond Tue, 20 Jun 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17684 Nefrectomia é um termo médico usado para se referir à cirurgia de retirada do rim. Essa intervenção cirúrgica é recomendada quando os pacientes estão com um tumor maligno, perda da função renal e no caso de um transplante do órgão. Esse procedimento pode ser feito de forma parcial, total ou radical. 

Atualmente, é estimado que um a cada dez brasileiros têm algum tipo de doença renal crônica. Com isso, apesar de ser pouco conhecida, a nefrectomia é uma cirurgia bastante comum.

Continue lendo esse conteúdo e descubra o que é, quando realizar e os principais tipos deste procedimento. 

O que é nefrectomia?

A nefrectomia é um procedimento cirúrgico realizado para remover a totalidade ou parte de um rim. Dependendo da situação clínica de cada paciente, uma nefrectomia pode envolver a remoção apenas da parte danificada de um rim ou de todo o órgão, podendo ainda implicar na remoção da glândula suprarrenal circundante e gânglios linfáticos. 

Essa intervenção cirúrgica pode ser realizada de três formas:

  • Nefrectomia aberta: a cirurgia é feita com uma incisão nas regiões laterais e posteriores do tronco;
  • Nefrectomia laparoscópica: o procedimento é realizado com pequenos cortes no abdômen, que têm como objetivo mover e retirar o rim;
  • Nefrectomia robótica: é o tipo mais seguro de intervenção cirúrgica. Nesse caso, usa-se um robô para fazer a dissecção e retirada do rim, sem grandes cortes ou sequelas e com uma recuperação mais rápida. 

Vale ressaltar que na maioria das vezes, todos os procedimentos são feitos visando manter o rim mais íntegro possível. Afinal, o processo de remoção pode ocasionar efeitos colaterais que podem afetar o órgão. 

A nefrectomia é um procedimento complexo, mesmo assim, pode ser necessária em diversas situações a fim de evitar que determinada doença se agrave, como por exemplo, evitar a evolução à fase de câncer renal. 

Quais são os tipos de nefrectomia?

De acordo com a razão que leva um paciente a realizar uma nefrectomia, pode ser recomendado diferentes tipos de cirurgia. A seguir, veja mais informações: 

Nefrectomia parcial

A técnica parcial envolve a remoção apenas de uma parte do rim, onde está localizado um tumor. Para alcançar o rim e interromper a circulação sanguínea no seu interior, o cirurgião elimina a parte patológica do rim, em seguida, realiza a reconstrução do órgão para que a sua anatomia seja reposta, sem sangramento ou saída de urina do interior do rim. 

Nefrectomia total

É o método que remove totalmente o rim. Geralmente, é feita conforme a quantidade e localização dos tecidos cancerígenos. Acima de tudo, essa intervenção cirúrgica é recomendada para aqueles pacientes que têm tumores grandes e presentes no rim, ou seja, nessa situação é necessário que o órgão seja retirado por completo, para evitar que a doença se agrave ou se espalhe para outros órgãos. 

Nefrectomia radical

Na nefrectomia radical, o profissional remove todo o rim e, muitas vezes, algumas estruturas adicionais, como a glândula suprarrenal (adrenal) ou gânglios linfáticos próximos. Com isso, é considerado o procedimento mais complexo, tanto para o paciente quanto para o cirurgião. Além disso, podem ser feitas incisões em várias partes do corpo, como no abdômen ou no tronco, para retirar tecidos e vasos ao redor do rim.

Quando a cirurgia de nefrectomia é necessária?

A razão mais frequente para a nefrectomia é a remoção de um tumor no rim. No entanto, a cirurgia também pode ser indicada em casos de problema no rim e seus sintomas que são capazes de afetar o funcionamento correto deste órgão, os principais são:

  • Lesões no rim;
  • Insuficiência renal;
  • Infecções crônicas do rim;
  • Atrofia renal adquirida;
  • Deformações congênitas dos rins;
  • Em casos de doação de rim.

Como é o procedimento de nefrectomia?

Tanto para a nefrectomia direita, quanto para a nefrectomia esquerda, o paciente é submetido a uma avaliação médica. Afinal, esse procedimento faz parte do tratamento de diferentes patologias. Também, é durante essa consulta que o indivíduo será orientado pelo médico sobre o tipo de cirurgia que será realizada: parcial, total ou radical.

Dessa forma, normalmente, o profissional também deve indicar a suspensão da ingestão de medicamentos, consumo de alimentos e bebidas algumas horas antes da intervenção cirúrgica.

Além de tudo, é fundamental dizer que esse procedimento pode ser feito com anestesia local ou geral, esse fato vai depender do tamanho e da complexidade da cirurgia para a remoção do rim. 

Quanto tempo demora para se recuperar de uma nefrectomia?

Após a cirurgia, o paciente pode ficar internado por alguns dias. Durante esse período, a equipe médica realizará o acompanhamento clínico e o quadro de evolução de cada indivíduo. 

No pós-operatório, também é necessário que o paciente use um cateter urinário, mesmo que seja por um curto período de tempo. Com isso, é normal sentir desconforto e dor após nefrectomia, principalmente, na região operada. Para isso, os médicos recomendam o uso de analgésicos para diminuir a dor. 

Normalmente, depois de 6 semanas, o paciente pode retornar às suas atividades rotineiras. 

Nefrectomia: complicações e fatores de risco

A nefrectomia é uma cirurgia segura, entretanto, como em qualquer intervenção, existem alguns riscos e podem ocorrer algumas complicações, como:

  • Sangramento e hemorragias;
  • Infecção;
  • Lesão de órgãos próximos;
  • Hipertensão arterial;
  • Doença renal crônica;
  • Formação de coágulos de sangue;
  • Hérnia no local das incisões.

Quanto custa uma cirurgia de nefrectomia?

O custo da cirurgia de nefrectomia varia de acordo com cada caso, existem diversos fatores que influenciam o preço final do procedimento, como: 

  • Gravidade do caso;
  • Técnica utilizada;
  • Custos hospitalares, como internação e medicações usadas; 
  • Honorários médicos;
  • Valor dos materiais usados no procedimento e muito mais. 

É importante ressaltar que é fundamental que todos os pacientes busquem essas informações com seus médicos de confiança e que tenham expertise no procedimento. 

Cirurgia de nefrectomia em São Paulo 

Se você está em busca de tratamento médico para realizar a cirurgia de nefrectomia, conheça o Dr. Luciano Teixeira!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza diversos tratamentos, entre eles, de nefrite e dor nos rins. Oferece atendimento humanizado, com o objetivo de restaurar a saúde e bem-estar de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas! 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Cirurgia de sling: para o que serve e como é feita? https://drlucianoteixeira.com.br/cirurgia-de-sling/ https://drlucianoteixeira.com.br/cirurgia-de-sling/#respond Tue, 13 Jun 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17673 A cirurgia de sling é um procedimento feito para ajudar as mulheres que sofrem com incontinência urinária de esforço. Condição na qual há perda de urina em certos movimentos ou ações, tais como tossir, espirrar ou praticar atividades físicas. 

Vale lembrar que a incontinência urinária é muito comum e afeta até um terço do público feminino, especialmente a partir dos 40 anos. Uma das formas de tratamento para esse cenário é a realização da cirurgia de sling uretral.

Para você que tem interesse em saber o que é e como é feito esse procedimento, continue lendo este conteúdo e fique por dentro deste assunto que atinge inúmeras mulheres em nosso país.

O que é uma cirurgia de sling?

A incontinência urinária de esforço pode ser tratada com exercícios do assoalho pélvico e alterações do estilo de vida, no entanto, se estas formas de tratamentos falharem, a intervenção cirúrgica pode ser a melhor opção para o caso. 

Com isso, o tipo de cirurgia mais recomendado é o procedimento com sling da uretra média. 

A intervenção cirúrgica consiste na colocação de uma sling de polipropileno (material de sutura formando uma rede), com cerca de 1 cm de largura, entre a porção média da uretra, tubo na qual passa a urina que vem da bexiga.

Geralmente, os músculos e os ligamentos que dão sustentação para a uretra se fecham durante o esforço ou exercício, prevenindo a perda de urina. Com o enfraquecimento dessas estruturas, podem surgir falhas neste mecanismo, o que leva à perda da urina. Portanto, inserir um sling por baixo da uretra melhora o suporte desses músculos, reduz ou acaba com a perda de urina.

Como é feita a cirurgia de sling?

Existem duas técnicas que são usadas para colocar o sling: a cirurgia por via retropúbica e a cirurgia por via transobturatória. Entretanto, não há estudos que comprovem vantagens claras de uma sobre a outra, mas nos casos de mulheres com incontinência de esforço grave, a via retropúbica é a mais recomendada e que parece ter maior sucesso.

Cirurgia  de sling retropúbica

Nesta técnica, o sling é inserido através de um pequeno corte realizado na vagina, sobre o ponto médio da uretra. Com isso, as duas extremidades do sling são passadas na vagina, de cada lado da uretra, para se locomoverem por meio de dois pequenos cortes feitos acima do osso púbico. 

Em seguida, o sling é ajustado para que fique folgadamente por baixo da uretra e o corte vaginal é suturado para recobrir a mesma. Além disso, as extremidades do sling também são cortadas e recobertas. 

Cirurgia de sling transobturatório

A cirurgia de sling na bexiga, por via transobturatória, também necessita de uma pequena incisão feita na vagina, no mesmo local que a da técnica retropúbica. Contudo, nesta situação, as extremidades da sling são passadas por meio de duas pequenas incisões realizadas na virilha.

Com isso, cada extremidade passa através do forame obturador, que é uma abertura nos ossos da bacia. Em seguida, as extremidades são cortadas no momento em que é confirmado que a sling está na posição correta e a pele também é suturada.

Quais são as chances de sucesso da cirurgia de sling?

Cerca de 80 a 90% das mulheres se sentem satisfeitas com o resultado da cirurgia de bexiga com sling. Ainda assim, existe um pequeno grupo de pessoas a quem o procedimento parece não ter resultado, como nas mulheres que já tiveram alguma outra cirurgia vaginal. 

Mesmo com os altos níveis de sucesso, é importante que a paciente seja orientada a realizar outras formas de tratamento para ajudar no resultado final, como fisioterapia e exercícios de Kegel. Esses métodos são fundamentais para auxiliar no processo de cura antes e após a operação. 

Cirurgia de sling: tempo de recuperação e pós operatório

Após a cirurgia de sling, o pós-operatório exige alguns cuidados específicos, uma vez que a recuperação pode levar de 1 a 3 meses, dependendo do caso. Por isso, as principais recomendações são:

  • Evite esforços como abaixar, carregar pesos de mais de 4 quilos, subir e descer escadas e levantar-se bruscamente por no mínimo 15 dias;
  • Não praticar atividades físicas intensas e não mover móveis por aproximadamente dois meses;
  • Ingerir alimentos ricos em fibras;
  • Prevenir-se de gripes e evitar tossir ou espirrar;
  • Não usar absorvente interno;
  • Não praticar relações sexuais por 40 dias;
  • Higienizar a região genital depois de urinar ou evacuar, com água e sabonete neutro;
  • Utilizar calcinhas de algodão;
  • Não entrar em piscinas, banheiras ou no mar para evitar contaminações. 

Possíveis efeitos colaterais da cirurgia de sling

Por ser um procedimento um pouco invasivo, a cirurgia de sling pode causar complicações, como em qualquer outra intervenção cirúrgica, como sangramento e infecção. Outro risco é que a tensão da fita pode resultar na incapacidade de esvaziar completamente a bexiga, levando à retenção urinária. 

É de suma importância conversar com seu médico especialista a respeito dessas possíveis complicações e sobre a melhor opção de tratamento para o seu caso, uma vez que ele é o único responsável por relatar o que se encaixe em suas necessidades e particularidades.

Cirurgia de sling com o Dr. Luciano Teixeira

Para você que sofre com sintomas de incontinência urinária de esforço e está em busca de tratamento médico para realizar a cirurgia de sling, conheça o Dr. Luciano Teixeira!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza tratamentos para cistite e prolapso vaginal por meio de um atendimento humanizado, com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Infecção urinária feminina: sintomas que alertam para o problema https://drlucianoteixeira.com.br/infeccao-urinaria-feminina-sintomas/ https://drlucianoteixeira.com.br/infeccao-urinaria-feminina-sintomas/#respond Tue, 06 Jun 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17640 Você sabe como tratar a infecção urinária feminina e os sintomas que alertam para o problema?

Pois bem, a infecção urinária é uma condição comum e frequente entre as mulheres, uma vez que a uretra é mais próxima ao ânus. A patologia  é causada por bactérias que normalmente habitam no trato intestinal. Pode afetar o público feminino de qualquer idade.

Continue lendo o texto para entender o que é, quais são os sintomas de infecção urinária feminina e como tratar a doença. Confira!

Infecção urinária feminina: sintomas que atingem a maioria das mulheres

Para as mulheres que estão em busca de entender quais são os sintomas de infecção urinária feminina, listamos logo abaixo os mais universais que acometem a maioria dos casos. São eles:

  • Necessidade urgente de urinar com frequência;
  • Escassa eliminação de urina em cada micção;
  • Ardência ou dor ao urinar;
  • Dor na bexiga, nas costas e no baixo ventre;
  • Febre; 
  • Sangue na urina ou com cheiro forte nos casos mais graves;
  • Aumento da frequência de micções;
  • Incontinência urinária;
  • Mal-estar associado, como náuseas.  

Infecção urinária feminina: causas mais comuns 

A causa mais comum da infecção urinária é a colonização de micro-organismos que em qualquer parte do trato urinário. Dependendo da estrutura afetada, a condição terá nomes diferentes, como uretrite (uretra), cistite (bexiga) ou pielonefrite (rins). 

No entanto, apesar de vários micro-organismos serem capazes de causar o problema, normalmente, a mais comum e responsável é a bactéria Escherichia coli, presente no intestino e que têm uma função importante para a digestão, porém patogênica para o aparelho urinário. 

Existem alguns fatores de risco que contribuem para o surgimento da doença, como:

  • Segurar a urina por longos períodos;
  • Beber pouca água;
  • Não higienizar a área íntima de forma adequada;
  • Não trocar o absorvente com frequência e ao longo do dia; 
  • Utilizar roupas íntimas muito justas e que retenham calor;
  • Abusar de substâncias que irritam o sistema urinário, como café, tabaco e álcool;
  • Imunidade baixa;
  • Doenças crônicas, como a diabetes. 

Como diagnosticar os sintomas da infecção urinária feminina?

Ao apresentar sintomas de infecção urinária feminina, é de suma importância procurar ajuda médica. O profissional será responsável por fazer o diagnóstico por meio de exames e orientar os melhores tratamentos para cada caso. Os testes mais recomendados para essas pacientes com suspeita de infecção são:

  • Levantamento da história clínica da paciente e de seus sintomas;
  • Exame de urina tipo I;
  • Urocultura com antibiograma, que tem como função identificar o agente infeccioso.
Infeccções urinárias recorrentes

Infecção urinária sintomas feminina: como tratar essa condição?

O tratamento de infecção urinária em mulheres tem como objetivo combater os micro-organismos que estão ocasionando a doença, com isso, trazendo mais conforto para os pacientes durante esse processo. 

Ao ter o diagnóstico preciso que indique o micro-organismo causador da doença, o médico deve recomendar o antibiótico mais adequado para o seu caso. É fundamental que esse medicamento seja tomado de forma correta para evitar demais infecções recorrentes e mais fortes.

Entretanto, além do remédio, o profissional também pode indicar outras medicações para sanar as dores, como febre, náusea ou outros sintomas fortes, mas é extremamente importante que a paciente mude alguns hábitos para amenizar o desconforto e evitar a infecção como:

  • Não segure a urina por muito tempo;
  • Consuma bastante água;
  • Urine depois de ter relações sexuais;
  • Diminua o consumo de bebida alcoólica, café e tabaco.

Tratamento para os sintomas de infecção urinária feminina em São Paulo 

Ao perceber algum desconforto em relação a infecção urinária e seus sintomas, procure com urgência um médico especialista para avaliar o seu caso e iniciar o tratamento adequado o quanto antes. 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza tratamentos de infecção urinária e de prolapso vaginal por meio de um atendimento humanizado, com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Hidrocelectomia: entenda para que serve essa cirurgia https://drlucianoteixeira.com.br/hidrocelectomia/ https://drlucianoteixeira.com.br/hidrocelectomia/#respond Tue, 30 May 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17632 A hidrocelectomia é uma cirurgia que remove ou repara uma hidrocele, saco cheio de líquido ao redor do testículo. Com isso, durante o procedimento o fluido excessivo é retirado. 

Essa intervenção cirúrgica leva menos de uma hora para ser concluída e sua recuperação é tranquila. 

Continue a leitura e fique por dentro de todos os detalhes deste procedimento e quais cuidados são necessários no pré-operatório. Acompanhe!

O que é hidrocelectomia?

Como foi dito anteriormente, a hidrocelectomia é uma intervenção cirúrgica que remove uma hidrocele. Vale contextualizar que a hidrocele é o acúmulo anormal de fluido em torno do testículo, ocasionando um inchaço e o aumento do tamanho do escroto. 

A hidrocele pode ser unilateral ou bilateral (em ambos os testículos), congênita ou adquirida, primária ou secundária e atinge, principalmente, bebês recém-nascidos e homens adultos acima dos 45 anos. 

Geralmente, essa condição é indolor e não maligna, em alguns casos melhoram sem ajuda de um tratamento. No entanto, é importante que cada paciente converse sobre a anormalidade do seu escroto em uma consulta com o médico especialista. Afinal, qualquer sintoma ou causa pode ser sinal de um problema sério. 

Para quem é indicada a cirurgia de hidrocelectomia?

A hidrocelectomia é indicada para bebês, crianças ou homens adultos que apresentam incômodos em relação ao tamanho do escroto e que não desaparecem sozinhos. Esses desconfortos são causados pelo aumento e acúmulo de líquido, que compromete a irrigação de sangue para o testículo. 

Portanto, os profissionais de saúde podem recomendar a intervenção cirúrgica para qualquer indivíduo do sexo masculino com hidrocele, independentemente da idade. 

Como é feita a hidrocelectomia técnica cirúrgica?

Para realizar a técnica cirúrgica da hidrocelectomia, o paciente é colocado sob anestesia geral para mantê-lo confortável e tranquilo. 

Em seguida, o médico especialista fará uma pequena incisão (corte) no escroto ou na virilha, no caso dos pacientes com hidrocele comunicante, o profissional fechará a abertura (comunicação) entre o processo vaginal e o escroto, retirando o saco de hidrocele. 

O cirurgião também pode colocar pequenos tubos de silicone na área afetada para drenar sangue ou fluido. Por fim, é costurado e fechado a incisão.

Como funciona o tempo de recuperação?

Vale ressaltar que a maioria das cirurgias de hidrocelectomia são procedimentos ambulatoriais, com isso, o paciente pode retornar para casa no mesmo dia da intervenção. 

É recomendado que o indivíduo aplique compressas de gelo na área operada por pelo menos 24 horas após o procedimento. 

Nas situações em que o paciente sinta algum desconforto ou dor, é indicado que ele faça o uso de anti-inflamatórios, porém, antes de ingerir qualquer medicamento é de suma importância consultar seu médico especialista.

Em relação ao afastamento das atividades, em média, é aconselhado que o paciente fique de 3 a 7 dias distante das tarefas habituais e profissionais, e no que se refere às atividades físicas é recomendado fazer uma pausa de 14 a 21 dias.

Leia mais:

Varicocele 

Quais são as vantagens de realizar uma hidrocelectomia?

Existem uma série de vantagens ao realizar uma hidrocelectomia. Algumas delas são:

  • Melhor conforto: afinal a hidrocele pode dificultar sentar, deitar, andar ou correr confortavelmente; 
  • Aumento da auto-estima: é fato que a maioria dos pacientes ficam satisfeitos com a aparência do escroto após o procedimento;
  • Segurança: essa intervenção cirúrgica é considerada segura e com baixos riscos de complicações ou efeitos colaterais;

Possíveis riscos da hidrocelectomia

É importante salientar que todo procedimento cirúrgico carrega riscos e com a hidrocelectomia não é diferente, mas não é nada complicado e que afeta a qualidade de vida do paciente. Esses fatores incluem:

  • Massa de sangue coagulado;
  • Infecção; 
  • Inchaço;
  • Hematomas;
  • Cicatriz. 

A cirurgia de hidrocelectomia é comum?

Sim, a hidrocelectomia é um procedimento relativamente comum. Aliás, é possível dizer que cerca de 10% de todos os bebês nascem com hidrocele. No entanto, essa condição desaparece por conta própria. Por isso, se uma hidrocele surgir após os 12 meses de idade, é recomendado a realização da cirurgia. 

Além disso, cerca de 1% dos homens adultos possuem ou desenvolverão a hidrocele. 

Quando devo visitar o médico?

É extremamente importante agendar uma consulta com um médico especialista. O profissional deve analisar o seu caso, seus sintomas anormais e te indicar o melhor tratamento possível para a situação.

Nos casos de pacientes que realizaram a cirurgia, normalmente, é aconselhado que o indivíduo marque um retorno após uma semana do procedimento para retirar os pontos e acompanhar a evolução da sua recuperação.  

Está em busca de realizar uma cirurgia de hidrocelectomia?

Para você que sofre com sintomas de hidrocele e está em busca de tratamento médico, conheça o Dr. Luciano Teixeira!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de hidrocelectomia, cirurgia de câncer de próstata e tratamento de hiperplasia prostática benigna por meio de um atendimento humanizado, com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas! 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Dor no períneo feminino: o que pode ser? https://drlucianoteixeira.com.br/dor-no-perineo-feminino/ https://drlucianoteixeira.com.br/dor-no-perineo-feminino/#respond Tue, 23 May 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17621 O períneo é a área que, no corpo feminino, está localizada entre a vagina e o ânus. Com isso, diversas pessoas podem ser afetadas pelos sintomas da dor no períneo feminino, sendo que, na maioria das vezes, podem ter origens diferentes. 

Existem dois tipos: a dor perineal crônica, quando sua duração é de três meses ou mais; e a dor perineal aguda, se é menor do que três meses. Portanto, para chegar ao melhor diagnóstico, é necessário entender bem o tipo de dor, que pode ser esclarecida a partir de uma consulta com o médico urologista ou uroginecologista. 

Veja neste texto o que pode ser a dor no períneo feminino e suas causas. Boa leitura!

O que significa dor no períneo feminino?

O períneo feminino é uma importante área de fixação muscular, o que o torna um dos locais mais comuns de dor. Este incômodo pode ocorrer no períneo devido a problemas em órgãos, músculos ou nervos próximos a essa região do corpo.  

Dessa forma, as fortes dores podem resultar em lesões, infecções ou outras condições de saúde, como diabetes. Inclusive, mulheres de todas as idades podem sentir dor no períneo por causas diversas. 

Vale ressaltar que o público feminino é especialmente vulnerável à dor no períneo e outros sintomas associados, como coceiras, devido às infecções do trato urinário ou até mesmo os partos.

Ainda que exista um grupo de causas de dor no períneo comuns entre homens e mulheres, é fundamental saber diferenciá-las das demais de acordo com o gênero do indivíduo, o que vai facilitar o caminho para o diagnóstico. No que diz respeito às origens de dor no períneo mais comuns, é possível citar:

  • Colite;
  • Proctite;
  • Apendicite;
  • Infecção do trato urinário;
  • Coccigodinia;
  • Síndrome miofascial;
  • Cálculos renais;
  • Traumatismos;
  • Hérnia inguinal;
  • Hérnia femoral;
  • Cisto perineural;
  • Causas psicogênicas, como alguns transtornos causados por fatores emocionais ou psicológicos.

Como foi possível observar acima, existem diversas causas que ocasionam em dores no períneo de ambos os sexos. Mas, além disso, encontram-se outras condições específicas que provocam dores nas mulheres. 

Dor no períneo feminino

Os fatores que mais resultam em dor no períneo feminino são voltados ao sistema reprodutor. Entre as causas mais comuns, encontram-se:

  • Cistos nos ovários: podem ser dolorosos e irradiar para o períneo;
  • Endometriose: acontece quando o tecido endometrial se desenvolve em lugares diferentes do interior do útero; 
  • Gravidez ectópica: é caracterizada pela gravidez que ocorre fora do útero; 
  • Doença inflamatória pélvica: as infecções do aparelho ginecológico ocasionam em dores no períneo;
  • Torção ovariana ou de cisto no ovário: condição que interfere no fluxo sanguíneo no ovário; 
  • Cólica menstrual: forte dor abdominal durante a menstruação; 
  • Pós-parto: nos casos que acontece a episiotomia (corte perineal realizado durante o parte), a dor local é aguda.
  • Cistite: micro-organismos que infectam o trato urinário; 

Quais são os sintomas associados à dor no períneo feminino?

Alguns dos sintomas mais comuns e que estão associados com a dor no períneo são capazes de direcionar para um diagnóstico concreto, como:

  • Ardência ao urinar, pode ser um sintoma de infecção no trato urinário ou cálculos; 
  • Incontinência urinária
  • Dor abdominal, acompanhada de febre, náuseas ou vômitos podem estar relacionadas com a apendicite, colite ou gravidez ectópica; 
  • Dores no ventre e acima do púbis;
  • Sensação de queimação no períneo;
  • Dor genital, anal ou pélvica; 
  • Corrimento vaginal; 
  • Coceira no períneo;
  • Dor durante a relação sexual. 

Leia mais:

Como é feito o diagnóstico?

Para diagnosticar a dor no períneo feminino, é necessário envolver uma série de exames e uma discussão com o médico especialista sobre os principais sintomas. Aliás, o teste específico que o profissional deve pedir depende da condição médica que ele suspeite. No entanto, os exames mais comuns incluem:

  • Exames de sangue: é voltado para verificar se há infecções e realizar a contagem das células sanguíneas; 
  • Urinálise: teste de urina que indica as possíveis infecções no trato urinário;
  • Avaliação radiológica ou ultrassom: permite que os profissionais possam observar se existe alguma anormalidade, como por exemplo, um tumor, cisto ou massa que possa estar ocasionando a dor. 

Dor no períneo feminino: qual o melhor tratamento?

Como é possível imaginar, o tratamento para dor no períneo feminino varia de acordo com a condição médica que causa os incômodos. Entretanto, em forma geral, é recomendado que as pacientes sigam as seguintes orientações:

  • Repouso;
  • Ingerir bastante água;
  • Evitar o consumo de álcool, que causa desidratação e inativa alguns medicamentos; 
  • Evitar o consumo de alimentos picantes;
  • Ser adepto aos banhos de assento com água morna;
  • Tomar banhos mais quentes;
  • Fazer uso de analgésicos anti-inflamatórios; 

Lembre-se que é fundamental que nenhuma paciente faça a sua automedicação. Ao sentir dor no períneo feminino, procure um médico especialista sem hesitação. 

Conclusão 

Para quem sofre com dor e inchaço no períneo feminino e está em busca de realizar um tratamento adequado, o Dr. Luciano Teixeira pode apresentar as melhores abordagens terapêuticas.

O Dr. Luciano é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino.

O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima e melhorar a qualidade de vida de cada paciente .

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O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Dor no pé da barriga: quais as causas e o que fazer? https://drlucianoteixeira.com.br/dor-no-pe-da-barriga/ https://drlucianoteixeira.com.br/dor-no-pe-da-barriga/#respond Tue, 16 May 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17612 Ardência, sensação de peso, cólica e pontadas são algumas das reclamações que as pessoas com dor no pé da barriga costumam relatar ao procurar ajuda médica. Aliás, esse incômodo pode estar relacionado com os órgãos presentes nessa região do abdômen, como útero, bexiga ou intestino.

As dores no pé da barriga podem ter conexão com diversos fatores, que vão desde sintomas de gravidez a um diagnóstico mais crítico, como infecção de urina, endometriose, alterações no trânsito intestinal e entre outros. 

Dito isso, continue a sua leitura e entenda quais são as principais causas dessa condição e como tratá-la.

O que pode ser dor no pé da barriga?

A dor no baixo ventre, também conhecida como dor no pé da barriga, é caracterizada por um incômodo abdominal que pode se manifestar por diferentes condições de saúde. Deste modo, é fundamental que se investigue a intensidade da dor e se há a presença de outros sintomas. 

Vale ressaltar que, normalmente, este tipo de situação não aponta para um único órgão, podendo estar associado a diversos locais dentro do abdômen e até da região pélvica.  

Para entender o que pode ser essa dor muito forte no pé da barriga, geralmente, os médicos especialistas costumam apontar três direções para ter um diagnóstico inicial:

  • Intestinal: é a avaliação para entender se a dor intensa tem relação com hábito intestinal, como por exemplo, se alivia com a evacuação ou se há evacuação incompleta (sensação de intestino cheio após a evacuação), se há existência de sangue ou muco nas fezes; 
  • Ginecológica: constata se a dor altera durante o ciclo menstrual ou se existe algum desconforto durante a relação sexual, corrimento ou modificação no fluxo menstrual; 
  • Urinária: verifica se há dor durante a micção, diminuição do jato urinário, dificuldade para urinar e alteração na cor da urina.

Portanto, após esse início de análise por meio da diferenciação da dor feita a partir das queixas dos pacientes, é possível realizar exames específicos que ajudam em um diagnóstico mais conciso. 

Veja também:

O que causa dor no pé da barriga?

É de suma importância dizer que para tentar diagnosticar a possível causa da dor forte no pé da barriga, é necessário que o indivíduo procure ajuda de um profissional, ele será responsável por recomendar o tratamento mais adequado para cada caso. 

Porém, existem causas mais comuns para dor no pé da barriga, como:

Alterações no trânsito intestinal 

As alterações no trânsito intestinal como diarreia, prisão de ventre ou gases, podem ocasionar em dores no pé da barriga, que são capazes de surgir por inúmeras questões como intolerâncias alimentares à lactose ou ao glúten, gastroenterites viroses ou também após a ingestão aumentada de alguns alimentos que produzem gases. 

Infecção urinária 

Na maioria das vezes, a infecção urinária é causada por bactérias do intestino que chegam até o sistema urinário. Essa condição é muito mais frequente em mulheres, devido à proximidade do ânus com a uretra. 

Os sintomas mais comuns da infecção de urina são: dores ao urinar, mau cheiro vindo da urina, presença de sangue na urina, dor abdominal ou sensação de peso e dor na bexiga

Endometriose

A endometriose é uma condição voltada para o crescimento de tecido endometrial fora do útero, o que provoca fortes cólicas abdominais intensas durante o período de menstruação. No entanto, essa doença pode ser descoberta bem tarde, geralmente, quando uma mulher não consegue engravidar. 

Doença inflamatória pélvica

Podendo ser uma doença sexualmente transmissível ou estar relacionada com procedimentos na região genital feminina, que proliferam bactérias na região vaginal, a doença inflamatória pélvica é caracterizada por uma infecção que se inicia na vagina ou no colo do útero, e atinge o endométrio, as trompas e os ovários, sendo capaz de persistir apenas alguns dias, meses ou até mesmo anos. 

Essa condição provoca sintomas como dores no fundo da barriga, febre, corrimento vaginal branco ou amarelo e dor durante a relação sexual.

Hérnia inguinal 

Predominante entre os homens, a hérnia inguinal consiste em uma protuberância na região da virilha, provocada pela passagem de uma parte do intestino por meio de um ponto mais fraco dos músculos abdominais. 

A hérnia inguinal pode causar dor e desconforto na região ao fazer alguns movimentos como levantar-se ou curvar-se.

Dores abdominais no lado esquerdo e direto

  • Dor no pé da barriga lado esquerdo: pode estar relacionada a diferentes condições, como diverticulite, doença de Crohn, retocolite ulcerativa, cistite, alergias alimentares e entre outros;
  • Dor no pé da barriga lado direito: pode ser ocasionado por quadros de apendicite aguda; 

Diagnóstico para dor no pé da barriga

Vale ressaltar que o diagnóstico para a doença da dor no pé da barriga vai depender dos demais sintomas apresentados, bem como do histórico clínico, ou seja, outras doenças que o paciente tem ou teve, além dos resultados dos exames solicitados.

Dentre esses exames, o médico especialista pode requerer exames de sangue, como o hemograma completo, testes de urina e fezes, exames de imagem como raio-x, ultrassom, ressonância magnética e tomografia computadorizada para entender a origem da dor.

Leia mais:

Procurando por um médico especialista em dor no pé da barriga?

Para você que sofre com sintomas de dor no pé da barriga e está em busca de tratamento médico, conheça o Dr. Luciano Teixeira!

O Dr. Luciano é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), oferece atendimento humanizado, a fim de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas! 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Cistocele necessita de cirurgia? https://drlucianoteixeira.com.br/cistocele-cirurgia/ https://drlucianoteixeira.com.br/cistocele-cirurgia/#respond Tue, 09 May 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17599 Você sabe o que é a cistocele e sua cirurgia de correção?

A cistocele, também conhecida como bexiga caída, é uma condição urológica que atinge boa parte da população feminina adulta, levando a muitos desconfortos emocionais ou físicos. 

Dessa forma, a cirurgia de cistocele é recomendada quando esse prolapso de bexiga atinge um grau avançado, causando diversos transtornos à mulher. 

Continue a leitura e descubra quando esse procedimento é indicado e como é feito pelos especialistas. Boa leitura! 

O que é cistocele?

A cistocele é caracterizada pelo esticamento e enfraquecimento dos ligamentos que sustentam a bexiga e o músculo entre a vagina e a bexiga de uma mulher. Essa condição pode atingir até 20% do público feminino no mundo.    

Aliás, existem quatro graus de cistocele:

  • Grau 1: o primeiro grau é considerado leve, é quando a bexiga cai muito de seu posicionamento original no assoalho pélvico; 
  • Grau 2: o segundo grau é apontado como moderado, a bexiga fica a 1 cm acima e 1 cm abaixo do hímen; 
  • Grau 3: o terceiro grau já é considerado grave, neste caso, a bexiga já pode ser vista no canal vaginal, está mais de 1 cm abaixo do hímen;
  • Grau 4: esse é o último grau, é nas situações com eversão completa, com a bexiga se projetando completamente para fora da vagina. 

Vale ressaltar que os órgãos da pelve, que incluem a bexiga, são mantidos em seus espaços por conta dos músculos e tecido conjuntivo do assoalho pélvico. No entanto, devido a diversos fatores, esse tecido de suporte ao redor da bexiga pode ficar enfraquecido ou ter sofrido uma pressão muito grande, fazendo com que o órgão desça em direção à vagina. 

E sabe por que isso acontece?

A verdade é que as pacientes que são acometidas com essa condição urológica possuem uma abertura no assoalho pélvico, conhecida como hiato urogenital, que provoca uma fragilidade na região. Portanto, não é apenas a bexiga que pode cair, mas também outros órgãos, como útero, uretra, intestino delgado e reto. 

Leia mais:

Cistocele: cirurgia é necessária em quais momentos?

A cirurgia para correção de cistocele é indicada nos casos de mulheres com grau mais avançado, ou seja, quando o órgão já está se projetando para fora da vagina.

Além do mais, para chegar a essa conclusão de tratamento, o médico urologista vai realizar exames pélvicos, com os quais já conseguem ter uma ideia do prolapso, mas também pode ser necessário solicitar testes urodinâmicos e exames de imagem.

Como é feita a cirurgia de cistocele?

Para as pessoas que se questionam sobre como é feito o procedimento de cirurgia cistocele, descrevemos abaixo os métodos mais utilizados pelos médicos de acordo com cada caso. 

Para a cirurgia retocele e cistocele, além de outros prolapsos vaginais, a intervenção cirúrgica mais recomendada é a de reparação da estrutura do assoalho pélvico. 

Em muitos dos casos, a cirurgia é realizada por via vaginal e abrange levantar a bexiga prolapsada de volta ao seu lugar de origem por meio de pontos e remoção de excesso de tecido vaginal. Além disso, o urologista pode optar por colocar um enxerto para reforçar os tecidos vaginais e aumentar o suporte. 

Já nos casos de mulheres que atingiram a menopausa e estão passando por um prolapso vaginal associado a um útero prolapsado, o especialista pode indicar a remoção do útero, também conhecida como histerectomia, além da reparação dos músculos, ligamentos e outros tecidos danificados do assoalho pélvico. 

Por fim, para tratar um dos sintomas da cistocele, que é a incontinência urinária, pode ser realizada a técnica sling, intervenção cirúrgica caracterizada pela introdução de uma fita de polipropileno, via vaginal, que fica presa ao osso púbico para dar manter a uretra em sua posição normal e dar mais sustentação, impedindo os escapes urinários das mulheres. 

Cistocele cirurgia: como é a recuperação?

A recuperação da cirurgia de cistocele é bem simples e rápida, mas mesmo assim, é extremamente importante que a paciente siga as recomendações dadas pelo médico para o período pós-operatório.

Normalmente, a mulher vai para casa no mesmo dia da cirurgia, e a recuperação completa pode levar de quatro a seis semanas. Vale lembrar que, entre essas indicações, estão uma pausa na realização de exercícios físicos pesados e não carregar pesos acima de 5 quilos, ou seja, até mesmo pegar um pacote de alimento no colo. 

Causas da cistocele

A verdade é que existem diversos fatores que podem causar um enfraquecimento do assoalho pélvico, como o avanço da idade, tanto que esse problema urológico costuma afetar as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Além do mais, as outras principais causas podem ser:

  • Partos vaginais, que podem envolver o esforço dos músculos do assoalho da pelve;
  • Histórico familiar;
  • Obesidade;
  • Atividade física intensa, incluindo levantar objetos pesados;
  • Constipação ou esforço muscular repetido durante as evacuações; 
  • Tosse frequente;
  • Menopausa;
  • Cirurgias pélvicas anteriores. 

Veja também:

Quais são os sintomas da cistocele?

Os principais sintomas da cistocele, além da incontinência urinária, são:

  • Dificuldade para urinar;
  • Sensação de peso na bexiga;
  • Sensação de bola na vagina;
  • Perda involuntária de urina;
  • Dor na pélvis;
  • Esvaziamento incompleto da bexiga;
  • Dor no sexo;
  • Dor ou impossibilidade de colocar absorventes internos;
  • Pressão pélvica ao ficar em pé. 
Prolapso vaginal

Procurando por um médico especialista em cirurgia de cistocele?

Para você que sofre com sintomas de cistocele e está em busca de tratamento médico, conheça o Dr. Luciano Teixeira!

O Dr. Luciano é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), oferece atendimento humanizado e realiza cirurgias de prolapso uterino e vaginal com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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Cirurgia de períneo feminino: quando é necessária? https://drlucianoteixeira.com.br/cirurgia-de-perineo-feminino/ https://drlucianoteixeira.com.br/cirurgia-de-perineo-feminino/#respond Tue, 02 May 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17555 Existem partes do corpo humano que muitas pessoas não se dão conta da importância, até acontecer alguma disfunção que volte a atenção para elas, como no caso do períneo feminino, fundamental para o organismo da mulher. 

Mas, você sabe quando é necessário realizar uma cirurgia de períneo feminino?

Geralmente, a perineoplastia é o procedimento próprio para reconstruir e fortalecer os músculos pélvicos e pode ser indicada para mulheres quando ocorre alguma laceração ou ruptura. 

Dito isso, veja nesse texto qual é a importância da cirurgia e para quem esse método é indicado. Boa leitura! 

Períneo feminino: cirurgia corrige rupturas e lacerações

A cirurgia do períneo feminino, também chamada de perineoplastia, é um procedimento realizado para reparar e reconstruir os tecidos danificados do períneo e dos órgãos externos da vagina, mais conhecido como vulva. 

Antes de entender para que serve esse tipo de intervenção cirúrgica, é necessário, em primeiro instante, compreender qual é a função do períneo ou assoalho pélvico no organismo das mulheres. 

O períneo é o espaço entre o ânus e a vagina, sua função é auxiliar os órgãos reprodutivos e os músculos do assoalho pélvico. 

De acordo com a sobrecarga que sofre, devido a algumas circunstâncias, como perda de peso, partos múltiplos e traumas, o períneo pode sofrer rupturas e lacerações ao redor da pele da abertura vaginal, fazendo com que a fique frouxa e esticada demais, prejudicando suas funcionalidades. 

A propósito, o procedimento cirúrgico visa fortalecer e apertar o períneo, estreitar a abertura vaginal e reparar a pele solta, restaurando a função e o conforto da região, além de melhorar a aparência da área perineal. 

Prolapso vaginal

Períneo feminino: cirurgia é necessária em qual momento?

Muitas mulheres optam por fazer a perineoplastia quando percebem que estão tendo alguns desconfortos, como pele flácida na abertura vaginal, insatisfação na vida sexual por sentir uma vagina alargada, perdas urinárias e entre outros. 

Dessa forma, listamos abaixo algumas circunstâncias para as quais a cirurgia de períneo feminino é recomendada:

  • Pele solta, protuberante ou aberta ao redor da vagina;
  • Perda de sensibilidade durante o sexo;
  • Baixo libido; 
  • Irritação vaginal, desconforto ou dor;
  • Incontinência urinária ou intestinal;
  • Baixa autoestima;
  • Tecido cicatricial excessivo após episiotomia ou laceração durante o parto. 

É de suma importância que ao vivenciar algum incômodo no períneo, o público feminino procure ajuda com um médico uroginecologista, que será o responsável por solicitar exames para avaliar a condição da anatomia pélvica. A partir dos resultados destes testes, o especialista vai poder chegar a uma conclusão se o procedimento cirúrgico é mesmo necessário. 

Vale ressaltar que a cirurgia é um procedimento tranquilo e pode ser realizado com algumas técnicas, mas, como é uma região muito vascularizada e sensível, a paciente deve buscar por um profissional que seja de confiança e que entenda do assunto.

Como é feita a cirurgia de períneo femino?

Pré-operatório

Antes da realização da cirurgia, o médico pode passar algumas instruções para as pacientes como forma de preparação para a intervenção cirúrgica, como:

  • Exercícios fisioterápicos para o fortalecimento do assoalho pélvico;
  • Manter um dieta leve, pobre em fibras;
  • Esvaziamento intestinal por meio de laxantes;
  • Limpar a região íntima com sabonete antisséptico.

Lembre-se que a cirurgia deve ser realizada em ambiente hospitalar. O tempo do procedimento dura cerca de uma hora e pode ser feito com anestesia geral, raquianestesia e sedação. 

Como foi dito anteriormente, o objetivo dessa intervenção é reconstruir e fortalecer o assoalho pélvico, com isso, é retirado uma parte da mucosa vaginal, reconstruindo a estrutura íntima. 

Pós-operatório 

  • A cicatriz fica localizada internamente, ou melhor dizendo, na parede posterior da vagina;
  • Não é necessário remover os pontos, pois são absorvíveis;
  • É recomendado que a paciente use roupas íntimas folgadas, evite fazer exercícios físicos durante um mês e usar absorvente vaginal externo;
  • Praticar relações sexuais somente após 45 dias da cirurgia.  

É importante reforçar que o paciente não vai sentir dor durante a cirurgia, mas poderá perceber alguns desconfortos depois, mas os medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos podem ajudar a aliviar dores e inchaços. 

Leia mais:

Quais pessoas não devem realizar a cirurgia do períneo feminino?

A cirurgia de períneo feminino não deve ser feita enquanto a paciente ainda quer ter filhos, e também, nas seguintes circunstâncias:

  • Mulheres que estão grávidas;
  • Pessoas com câncer;
  • Ter infecção genital ativa; 
  • Ter um exame de papanicolau anormal. 

Existem riscos ao optar por realizar a perineoplastia?

Normalmente, a perineoplastia, assim como o seu pós-operatório, decorrem sem problemas. No entanto, como em qualquer intervenção cirúrgica, existem alguns riscos, como:

  • Desenvolvimento de infecções;
  • Sangramentos; 
  • Prisão de ventre nos dias seguintes à cirurgia;
  • Corrimento com cheiro fétido;
  • Dor intensa e febre acima de 38°.

Ao sentir alguns desses desconfortos citados acima, é extremamente importante procurar por ajuda médica. 

Veja também:

Onde realizar a cirurgia de períneo feminino?

Para as mulheres que sofrem com desconfortos no períneo feminino e estão em busca de realizar um tratamento adequado, conheça o Dr. Luciano Teixeira!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino.

O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas! 

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino.
O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.
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Infecção urinária na gravidez: 12 sintomas e como tratar https://drlucianoteixeira.com.br/infeccao-urinaria-na-gravidez/ https://drlucianoteixeira.com.br/infeccao-urinaria-na-gravidez/#respond Tue, 11 Apr 2023 10:16:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17591 A infecção urinária na gravidez é uma condição mais comum do que as mulheres imaginam. Por isso, é necessário que a grávida faça o acompanhamento médico durante a gestação e fique muito atenta aos sinais do seu corpo porque essas infecções trazem riscos não só para ela mas também ao bebê.

Veja neste texto quais são os sintomas de infecção urinária na gravidez e como é possível tratar.

O que causa infecção urinária na gravidez?

As infecções do trato urinário ocorrem quando as bactérias entram no sistema urinário e se multiplicam na uretra, bexiga, ureteres ou rins. É uma patologia que atinge mais as mulheres.

Na gravidez, a infecção urinária é uma condição muito comum, ocorre devido às mudanças no corpo, com o útero em expansão, e também pelo aumento de açúcar na urina e hormônios que relaxam a musculatura uterina, que levam a outras alterações fisiológicas, como a dilatação do ureter e dos cálices renais. 

Assim, com o útero pressionando a bexiga, a grávida não esvazia completamente o órgão em cada micção, e quanto mais tempo a urina permanece parada, aumentam as chances de colonização de bactérias.

O aumento dos hormônios também podem levar a mulher a ter refluxo vesicoureteral, que é uma condição na qual a urina flui de volta da bexiga para os rins e também favorece as infecções urinárias. Há casos em  que o refluxo vesicoureteral atinge apenas um ureter (unilateral), mas também pode envolver os dois ureteres (bilateral).  

Anemia falciforme e diabetes são outras duas patologias que aumentam as chances de uma infecção urinária na gravidez.

A grávida pode ter 3 tipos de infecções urinárias:

  • Cistite: quando a infecção está localizada na bexiga;
  • Pielonefrite: é uma infecção urinária que atinge os rins, e é muito mais grave, pode causar danos permanentes nos rins caso não seja tratada;
  • Assintomática: em até 7% dos casos, geralmente no início da gestação, as grávidas podem não manifestar os sintomas da infecção urinária, fazendo com que a patologia não seja devidamente tratada e evolua para uma pielonefrite.

Caso não seja tratada, a infecção urinária na gravidez traz riscos para o bebê e para a gestante, como induzir a um trabalho de parto prematuro, aumentar a pressão da mãe, provocar baixo peso do feto, mortalidade perinatal e choque séptico da mulher.

Infecção urinária na gravidez: sintomas

Os sintomas de infecção urinária na gravidez podem ser bastante desconfortáveis, os principais são:

  • Necessidade de urinar com mais frequência do que o habitual da gestação;
  • Necessidade urgente de fazer xixi;
  • Urinar pouco a cada vez;
  • Não conseguir esvaziar completamente a bexiga;
  • Dor na bexiga ou queimação ao urinar;
  • Urina turva ou fétida;
  • Cãibras ou dor pélvica;
  • Sangue na urina.

Se a infecção urinária evoluir para uma infecção renal, a mulher também pode ter:

  • Febre;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Dor na região das costas.

Como saber se estou com infecção urinária na gravidez?

Diante dos riscos, é normal que a mulher faça essa pergunta a si mesma. Porém, existe um grande número de exames que devem ser realizados ao longo do pré-natal, entre eles, o exame de urina e a cultura de urina.

Os resultados de ambos os exames podem detectar características que vão apontar a infecção.

Além disso, se o médico suspeitar do refluxo vesicoureteral também pode solicitar uma ultrassonografia de rins e bexiga, para refinar o diagnóstico.

Essa frequência nos pedidos de exames de urina pelo médico vai dar mais segurança de que o tratamento será realizado caso a mulher esteja com uma infecção urinária assintomática.

Leia mais:

Como tratar infecção urinária na gravidez?

Quando o médico detecta a infecção, o tratamento é com a ingestão de antibióticos orais por 3 a 7 dias. É uma abordagem terapêutica segura para a mãe e para o bebê.

Geralmente, os medicamentos mais indicados para as infecções urinárias na gravidez são a amoxicilina e a eritromicina

A grávida deve seguir corretamente a indicação do médico para a ingestão dos medicamentos, dessa forma, os sintomas tendem a desaparecer em 3 dias. Caso os desconfortos persistam, é indicado retornar a uma consulta médica.

Como evitar infecção urinária na gravidez?

Além dos medicamentos, o médico também pode aconselhar a mulher a tomar outros cuidados para evitar que a grávida volte a ter infecção:

  • Tomar mais água ao longo do dia;
  • Não segurar o xixi por muito tempo;
  • Urinar depois das relações sexuais;
  • Procurar não ter relações sexuais enquanto está tratando a infecção urinária, etc.

Conclusão

A infecção urinária é uma condição potencialmente perigosa para a gravidez, assim, as mulheres devem estar em acompanhamento médico durante toda a gestação, preferencialmente, com um especialista que inspire segurança.

O Dr Luciano Teixeira é especialista em urologia feminina, oferecendo diagnóstico preciso e atendimento humanizado, de forma a devolver a qualidade de vida para as mulheres que estão enfrentando problemas no sistema urinário.

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Cirurgia de prolapso uterino: entenda para o que serve https://drlucianoteixeira.com.br/cirurgia-de-prolapso-uterino/ https://drlucianoteixeira.com.br/cirurgia-de-prolapso-uterino/#respond Tue, 11 Apr 2023 10:00:00 +0000 https://drlucianoteixeira.com.br/?p=17569 A cirurgia de prolapso uterino, normalmente, é indicada para as mulheres que sofrem perda de sustentação do útero e estão sentindo as consequências desta condição. Aliás, o útero caído é uma condição que pode atingir até 30% das mulheres entre 50 e 89 anos. 

Essa descida do útero em direção à vagina causa desconfortos, dores e, até mesmo, pode afetar a qualidade de vida significativamente, já que prejudica na vida sexual e nas tarefas simples do dia a dia. 

Dito isso, se quer saber mais sobre a cirurgia para esse problema de urologia feminina, continue lendo o texto. Boa leitura! 

O que é prolapso uterino?

O prolapso uterino é caracterizado quando o útero perde sustentação e desce em direção à cavidade vaginal, assim como acontece com outros órgãos que atravessam o assoalho pélvico, como bexiga, uretra e intestinos.

Formado por uma verdadeira rede de músculos, tecido e conjuntivo, fáscia e colágeno, que atravessa do cóccix até o osso público, o assoalho pélvico pode ficar enfraquecido e não dar sustentação necessária para todos esses órgãos internos. 

Vale ressaltar que os homens possuem a mesma musculatura que as mulheres nesta região, no entanto, na população feminina, o assoalho conta com o hiato urogenital, que induz a essa fragilidade na sustentação e resulta nesta condição de urologia feminina

O prolapso uterino é provocado com diversos fatores, são eles:

  • Alterações hormonais (menopausa);
  • Partos múltiplos e traumáticos;
  • Esforço intenso na musculatura da pelve;
  • Cirurgia pélvica anterior;
  • Constipação intestinal;
  • Obesidade;
  • Genética;
  • Constipação intestinal;
  • Tumores pélvicos;
  • Carregar peso excessivo no trabalho ou exercícios físicos. 

É importante ressaltar que esse quadro pode acontecer com as mulheres a partir da menopausa ou até as mais jovens que sofreram múltiplos partos vaginais. 

Como é a cirurgia de prolapso uterino?

Conforme a gravidade do prolapso uterino, idade e situação geral da paciente, a cirurgia é um procedimento indispensável. Geralmente, essa indicação é para as mulheres que sofrem com o grau 3 ou 4 do prolapso, quando o útero começa a se projetar para fora da vagina ou já está em eversão completa. 

A propósito, essa avaliação deve ser realizada por um uroginecologista, por meio de consultas médicas, estudos urodinâmicos, exame pélvico e de imagem. Portanto, a cirurgia para correção de prolapso uterino mais indicada é a reconstrução das estruturas do assoalho pélvico, para garantir a sustentação das estruturas da pelve feminina. 

Outro fato importante que é necessário ressaltar é que, especialmente, em pacientes obesas, há uma indicação de peso antes do procedimento. Já para as fumantes, é recomendado que parem de fumar quatro semanas antes da cirurgia, esse processo vai ajudar na recuperação.

Como é feita a cirurgia de prolapso uterino?

Após a realização dos exames pré-operatórios, o médico especialista vai explicar qual é a melhor técnica cirúrgica para aquele caso. Em todos os procedimentos é necessário o uso da raquianestesia e sedação.

A cirurgia para o prolapso uterino pode ser realizada por três métodos: via vaginal, abdominal ou laparoscópica:

  • Via vaginal: o cirurgião vai efetuar a identificação e correção do tecido, unindo os ligamentos e musculatura por meio de pontos. Geralmente, em muitos casos, é crucial a remoção da parte da mucosa vaginal.

A propósito, no mesmo procedimento via vaginal, é possível realizar um técnica para incontinência urinária e correção do prolapso de outras sustentações.

Em algumas situações, as mulheres também podem se submeter a uma histerectomia, retirada do útero, por via vaginal ou abdominal. No entanto, nestes casos, é recomendado que a mulher já esteja na menopausa. 

Recuperação da cirurgia de prolapso uterino

O restabelecimento da cirurgia do prolapso uterino varia de acordo com o tipo de procedimento, no entanto, o tempo médio de recuperação é de aproximadamente seis semanas. 

Durante esse tempo, não é recomendado que a paciente tenha relações sexuais, é necessário que faça um repouso absoluto, evite atividades físicas intensas, que só podem ser iniciadas depois de autorização médica, o que deve acontecer por volta da décima semana. 

Além do mais, durante esse período, o médico especialista deve marcar várias consultas de revisão pós-operatória para avaliar a cicatrização, com o objetivo de garantir que o útero se mantenha corretamente posicionado, além de identificar de maneira precoce sinais de infecção, como vermelhidão, inchaço ou dor intensa na região genital.

A cirurgia de prolapso uterino é realmente necessária?

É ideal que todas as mulheres que sofrem com a condição de prolapso uterino realizem a cirurgia para a correção dessa circunstância. Pois, essa situação traz desconfortos e problemas para a qualidade de vida no público feminino. 

Infelizmente, muitas pessoas se isolam socialmente, têm dificuldades para manter a sua rotina, porque os sintomas se agravam neste caso. 

Entre os principais problemas que surgem estão:

  • Sangramento genital;
  • Incontinência urinária;
  • Dores lombares;
  • Dores na evacuação e relação sexual;
  • Sensação de bola na vagina;
  • Corrimento;
  • Infecções urinárias.

Quanto custa uma cirurgia de prolapso uterino?

A verdade é que o custo da cirurgia de prolapso uterino varia de acordo com cada caso, existem diversos fatores que influenciam o preço final do procedimento, como:

  • Gravidade do caso;
  • Técnica utilizada;
  • Custos hospitalares, como internação e medicações usadas; 
  • Honorários médicos;
  • Valor dos materiais usados no procedimento e muito mais. 

É importante ressaltar que é fundamental que todas as mulheres busquem essas informações com seus médicos de confiança. 

Lembre-se: cuidar da saúde de forma preventiva também pode evitar que o tratamento chegue ao último recurso, que é a cirurgia. Por isso, é importante que as mulheres passem por consultas de rotina para avaliar sempre a sua condição de saúde. 

Está em busca de realizar uma cirurgia de prolapso uterino?

Para você que sofre com sintomas de prolapso uterino e está em busca de tratamento médico, conheça o Dr. Luciano Teixeira!

O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso uterino e vaginal por meio de um atendimento humanizado, com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente.

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O Dr. Luciano Teixeira é especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), e realiza cirurgias de prolapso vaginal, além de cirurgia no períneo feminino. O atendimento é humanizado, sempre com o objetivo de restaurar a autoestima de cada paciente. Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!
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